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  • Gosto muito de chupeta, não durmo sem a chupeta e mamo mamadeira, duas mamadeiras antes de dormir. Tenho muita vontade de mamar no peito e sinto que sou um bebê. Quero saber se isso é um problema, pois não tenho nenhuma vontade de mudar.

    Paulinho, 45 Anos - Ver Resposta

    Olá Paulinho.
    Sim, esses são sintomas do que chamamos de infantilismo. O problema não está na chupeta e nem na mamadeira, mas sim, no porque e na necessidade de usar. Também observamos ao analisar cada paciente, que os reais motivos para essas práticas escodem questões mal resolvidas, que na maioria dos casos as pessoas nem se dão conta.
    A fala de que não sente vontade de parar, não é só sua, é comum a todos os que apresentam essa questão. O prazer obtido é grande, por isso, não desejam parar. Tais pessoas só pensam em procurar ajuda quando há sofrimento ou isso está trazendo perdas, por exemplo, conflitos nas relações (afetivas ou em casa com os pais), nas relações sociais, profissional.
    Caso você mude de ideia, pense na possibilidade de procurar ajuda de um psicólogo.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
    www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br

  • Tenho 23 anos e namoro á 6 anos. Meu desempenho sexual no começo do namoro foi ótimo, logo nos meus 15 anos. De algum tempo pra cá, tenho tido pouco interesse, em 99% das relações, eu tenho orgasmo, isso nunca foi problema, mas a procura do parceiro ultimamente tem me causado problemas. Não sei se ando mto cansada por causa do trabalho, mas tenho pouca disposição para iniciar a transa. O q tem me causado problemas serios no relacionamento. Ja percebi q o exercicio fisico aumenta meu apetite, mas será q dependerei disso para manter uma vida sexual estável? Amo demais meu namorado e ele eh mto atraente, tem um corpo definido, mas nao sei, as vezes acho q por iniciar no trabalho as 6 da manha eu sinto sono mto cedo tb, e ele é o contrario, ele dorme até tarde, mas tem bastante disposição a noite. Gostaria q me ajudasse, pois sei q sou mto nova pra ter esses problemas e me sinto mto infeliz por isso.

    Ana, 23 Anos - Ver Resposta

    Olá Ana.
    Por causa do cansaço, muitas pessoas têm dificuldades para ter relações sexuais, e isso acaba preocupando muito o casal. Sendo que na maioria das vezes, basta uma organização do tempo ou mesmo uma sincronia de horários do casal para isso se resolver.
    É muito comum essa queixa de "perda" do desejo sexual, em pessoas que se esgotam fisicamente no trabalho, e com isso não sobra energia nem ânimo para o sexo.
    Esse recurso é muito usado (às vezes a pessoa não tem noção que faz isso) por aqueles que querem evitar ter sexo com a parceira ou parceiro.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Atualmente estou grávida de 31 semanas e quando soube que estava grávida já estava com 12 semanas e até então fumava cigarro, maconha, bebia e entre estas dozes semanas, também havia ido a uma rave e tomado extasi. Assim que soube da gravidez parei de fumar cigarro, beber e maconha. Porém nestas dozes semanas o que são os riscos? Até então os exames dão todos normais. Depois do meio para o fim, voltei a fumar maconha e em seguida cigarro, fumo em média no máximo 3 cigarros por dia, as vezes menos e a maconha aumentou, 2 baseados em geral por dia e finais de semana um pouco mais, mas as quantidades são pequenas. Eu sendo o mais franca possível, para que o senhor me dê indicações reais da situação. Beber não bebo. Agora com 31 semanas, quais são os riscos que corro fumando maconha? A formação do bebê como está, pode piorar, pode nascer prematuro? Tudo que li, fala dos efeitos, mas nada comprovado de que realmente faça mal, em alguns sim outros não, mas o que real e o que não é? O que de fato meu bebê já tem de problema? Ele recebe a droga, pode ter mais facilidade para usar drogas, postertior, pode nascer meio lelé? Preciso de ajuda e aguardo retorno.Grata.

    Nathalie, 24 Anos - Ver Resposta

    Oi Nathalie, como vai?
    Vários estudos mostram que o uso de dessas drogas prejudicam o bebê e a mãe. Não há dúvidas sobre essa questão. O que não podemos afirmar é se ao nascer a criança já apresentará problemas ou se isso ocorrerá ao logo da vida. Mas que as chances de ocorrer são grandes, os estudos científicos não deixam dúvidas.
    Você levantou a possibilidade da pessoa ter maior tendência para usar drogas. Sim, isso ocorre e há vários estudos mostrando isso.
    Porém, vejo que há outra questão atrás das suas dúvidas: a dificuldade de você não usar as drogas. Parece que essa deve ser uma questão importante para ser investigada com o auxílio de um psicólogo, pois, sem dúvidas, muitas coisas vão ser descobertas na sua vida que, quem sabe estejam te atrapalhando, impedindo seu crescimento e você não sabe.
    Não sei se você percebeu, mas parece que o "ganho" que você tem ao usar drogas é muito grande a ponto de você preferir colocar a sua saúde e vida, assim como a do bebê, em risco, a parar de usar as drogas.
    Coloco-me à-disposição caso queira saber mais alguma informação.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
    Terapeuta Sexual
    Psicólogo Comportamental Cognitivo
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  • Doutor, meu companheiro diz que tem compulsão sexual e está se tratando. Descobri há poucos dias. Ele me relatou suas experiências, disse que não conseguia se controlar quando uma mulher se oferecia, ele é motorista de ônibus urbano. Relatou-me que fazia sexo por impulso, e que depois se arrependia, se sentia sujo, e que não escolhia as parceiras, fazia só sexo anal. Faço sexo anal com ele. Mas fiquei com uma duvida, no periodo que ele não estava se tratando + ou - ha um ano atrás, ele teve 6 parceiras, todas casadas, mas se encontrou com elas diversas vezes, e disse que uma delas dava dinheiro para fazer sexo. Fico pensando será que é mesmo cumpulsão sexual? Ou é problema de personalidade? Acho que também sou doente, pois fiquei muito excitada, e fico toda hora perguntando detalhes das mulhers. Falei que queria ir junto com ele na proxima consulta com o psiquiatra e ele disse que ficaria com vergonha. Gostaria de saber como faço para ajudá-lo.

    Marcia, 39 Anos - Ver Resposta

    Parece que temos duas questões nesse caso. Uma é a do seu marido e a outra é sua.
    Quanto ao seu marido, que bom que ele percebeu que a sexualidade dele estava saindo do controle e já está se tratando. Isso é muito bom e importante, pois assim ele terá condições de vivenciar o sexo de um modo normal.
    Em relação a você, eu a parabenizo pelo apoio que está dando a ele. Nesse processo que ele está, vai precisar de muito ajuda.
    Infelizmente na sociedade que vivemos, cheia de preconceitos, a mulher não pode demonstrar que gosta de sexo, que se excita dessa ou daquela maneira. E aqui, pelo seu relato, percebo que o que você faz é exatamente o contrário. Ou seja, assume que se excita com tais situações.
    Quando você fala que com frequência está excitada, não indica necessariamente que você tenha compulsão sexual, mas sim, provavelmente, que está bem atenta aos estímulos que a excitam.
    Ao se sentir estimulada com as histórias do seu marido, não significa, obrigatoriamente, que você tenha problemas, mas que tais histórias são excitantes para você.
    É muito comum mulheres relatarem que se sentem excitadas com a situação de fazer sexo por dinheiro, não necessariamente se prostituírem - fazendo disso uma profissão, de se aventurarem com homens desconhecidos, de se imaginarem em contextos envolvendo sexo. Cada caso precisa ser analisado separadamente, pois não é o fato de desejarem tais situações que as tornam compulsivas ou com algum desvio. Pode ser apenas uma fantasia.
    É claro que essas minha análise é muito limitada, pois estou me baseando apenas no seu pequeno relato. É importante que você vá a um especialista, quem sabe um psicoterapeuta sexual, para fazer uma análise mais ampla do caso, e assim poder falar com maior precisão.
    Em relação a ir com seu marido na sessão dele, de fato, não é uma boa ideia, pois lá, naquele tempo, é o espaço dele, para falar de coisas dele. A menos que o profissional ache importante que você vá.
    Caso você perceba que o seu desejo sexual está descontrolado, vele muito buscar ajuda de um especialista.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
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  • Bom dia Doutor Sou casado há 26 anos, amo minha esposa, mas de algun tempo para cá, estou enfrentando um problema muito dificil, pois embora eu tenha desejo de sexo, por mais que eu tente, não consigo ejacular. Será que o senhor podera me ajudar. Um abraço, aguardo ansioso a sua resposta.

    Paulo, 67 Anos - Ver Resposta

    Olá Paulo.
    Que bom que você está procurando ajuda.
    É preciso que um profissional analise o caso. Primeiramente é preciso ver se existe alguma questão orgânica envolvida, para isso vá a um urologista. Caso não tenha, então procure um psicoterapeuta sexual para ajudá-lo.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
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  • Boa tarde Dr. Claudecy! Meu nome é João Pedro e estou com um problema. Recentemente descobri que uma pessoa muito proxima a mim sofreu violencia sexual la pelos seus 11 anos de idade. Hoje ela já esta com seus 20 anos e por mais que ela negue que tenha qualquer sequela, eu ja identifiquei 3 problemas: 1º Ideia fixa que ela não quer viver mais do que 40 anos. 2º Anorgasmia 3º Baixa alto estima Por mais que eu tente, não estou conseguindo fazer que ela procure um especialista no assunto e estou sem saber o que fazer. Não posso forçar ela ir (por causa do genio forte dela) e tenho medo de ficar tocando no assunto toda hora e piorar o quadro. Gostaria que o senhor pudesse de dar alguma ajuda. Grato pela atenção.

    Joao, 30 Anos - Ver Resposta

     

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    Boa tarde Dr. Claudecy!
    Meu nome é João Pedro e estou com um problema. Recentemente descobri que uma pessoa muito proxima a mim sofreu violencia sexual la pelos seus 11 anos de idade. Hoje ela já esta com seus 20 anos e por mais que ela negue que tenha qualquer sequela, eu ja identifiquei 3 problemas: 1º Ideia fixa que ela não quer viver mais do que 40 anos. 2º Anorgasmia 3º Baixa alto estima Por mais que eu tente, não estou conseguindo fazer que ela procure um especialista no assunto e estou sem saber o que fazer. Não posso forçar ela ir (por causa do genio forte dela) e tenho medo de ficar tocando no assunto toda hora e piorar o quadro. Gostaria que o senhor pudesse de dar alguma ajuda. Grato pela atenção.

    João, 30 anos |

    Olá, como vai?
    Essa é uma situação um tanto delicada para mexer. No entanto, algumas questões pessoais, por mais que pareça inadequado aos olhos dos outros, não se pode forçar a pessoa procurar ajuda.
    Enquanto ela não perceber que tais questões estão atrapalhando a vida dela, causando danos nas suas relações, ela não procurará ajuda.
    Entendo que deve ser angustiante para você que está perto, perceber e não poder fazer muito coisa.
    Seria muito importante, ao poucos, ela começar a perceber que pode ter uma qualidade de vida sexual melhor, se resolver essa questão da anorgasmia a qual você se refere, bem como, se a questão da violência sofrida estiver a atrapalhando, ela poderá também usufruir de melhor qualidade nas suas relações se essa questão for trabalhada com um profissional.
    Por isso, sugiro que pouco a pouco, você aborde a importância dela procurar a ajuda de um psicólogo, de preferência um psicoterapeuta sexual para ajudá-la não só na questão do possível trauma que ela carrega, bem como na questão sexual.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Meu amigo, gostaria que realmente vc pudesse me ajudar. estou em dúvidas em relação ao que sou, me defino como crossdresser, embora, já não pense da mesma forma, meu desejo de estar vestida é maior do que imagino e posso suportar, não sou gay o que atrapalha meu entendeminto, já que, se não sou gay, pq uso lingerie no dia-a-dia e adoro me vestir como mulher? me sinto num corpo estranho ao que gostaria de ter. não sei como se explica, mas, desde criança me via diferente, mesmo que outros falassem que não. hoje, meu desejo é realmente mudar, deixar de ser o que não me sinto ser (homem). o que faço? obg, Mylla

    Myla, 32 Anos - Ver Resposta

    Mylla Marie. Que bom que você está procurando ajuda.
    De fato a pessoa que está dentro que chamamos de crossdresser na grande maioria das vezes não é homossexual, aí está a confusão, pois aos olhos leigos, quem gosta se vestir como mulher é gay. O que também não é verdade.
    O prazer do crossdrasser está em se vestir como mulher, há uma predominância na preferência por ligeries. Porém essas pessoas tem sua orientação sexual como heterossexual.
    Pelo que você descreve, você se sente estranho no corpo que tem, é como se sua maneira de pensar, de se ver fosse como a de uma mulher, porém num corpo de homem: "hoje, meu desejo é realmente mudar, deixar de ser o que não me sinto ser (homem)".
    Não tenho como me aprofundar nessa questão com você por não conhecê-lo, e por não ter dados para usar como base. Porém, com esse seu breve relato, eu levanto uma hipótese de transexualidade. Porém, minha sugestão é que você procure um especialista em sexualidade para conversar e assim fazer uma análise adequada.
    Se essa milha hipótese se confirmar, infelizmente são poucos os profissionais que realmente entendem desse assunto. Porém o passo inicial é conversar com um terapeuta sexual.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
    Psicólogo – 06/69861
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  • Dr. Claudecy, Sou casada ha 3 anos, tenho 1 filho do 1° casamento com 11 anos de idade e 1 menina deste casamento com 1 ano de idade. Meu marido não é afetivo com meu filho e costuma repreendê-lo com berros e agressividade ( nunca o bateu mas, já chutou a cadeira que uma vez estava sentado ). Com a nossa filha menor, ele é carinhoso e atencioso. A única maneira dele demonstrar afeto pelo meu filho é dando presentes caros e afirma que suprindo as necessidades materiais dele é o suficiente. Conversando com meu marido, ele mostra-se irredutível, afirma que não vai mudar e que não está nem aí, que não fez nada demais em ser agressivo, diz que o menino é desobediente, mal educado..etc...e nega-se a fazer terapia de casal. Como convencê-lo a mudar? A separação será a única alternativa?

    Patricia, 31 Anos - Ver Resposta

    Olá Patrícia.
    Parabéns por você procurar ajuda. Imagino que você esteja muito confusa, quem sabe até perdida quanto ao que fazer. Mas compreendo sua situação, afinal, você está dividida entre os sentimentos pelo marido de um lado e do outro pelo filho.
    Seu filho não tem culpa, ele apenas faz o que lhe ensinaram ou demonstra o que sente, por essas vias, o que pode ser encarado como desobediente. Ela não sabe saber de outra maneira. Porém, no contexto em que ele vive, onde não sente amor e carinho do homem da casa, (além do que não sei como ele se sente em relação a separação e a relação com o pai dele), na qual tenta "comprá-lo" ou se desculpar pela precariedade no acolhimento.
    Para uma criança, crescer num ambiente como esse não é nada saudável. Seu filho deve sofrer por isso, e você também. E do pondo de vista do desenvolvimento da criança, esse ambiente é muito ruim para ela.
    Por outro lado, penso que é preciso você rever essa relação. Alguém agressivo e inflexível a mudanças para melhor, como você descreve, dificilmente se comporta assim isoladamente. É comum observarmos esses comportamentos se repetindo em várias outras situações. Por isso penso que cabe a você analisar o quanto essa relação está bem para você e para os filhos, bem como para ele. Pois quando alguns comportamentos da nossa parceria nos impede de crescer, ou mesmo o desenvolvimento dos filhos, necessariamente, essa relação precisa ser revisto.
    É provável que talvez seu marido não consiga ver que o que ele faz não está bom, como ele disse: “não faço nada demais”. É triste quando estamos cegos dessa maneira. Porém, acho que cabe a você mostra de modo irredutível que assim a relação não está satisfatória para você. Aceitar essa condição imposta por ele é o mesmo que dizer pode continuar fazendo assim.
    É provável que você precise de ajuda nesse momento tão delicado.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
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  • Ola... tenhu 18 anos e meu esposo tem 30. Somos casados a 8 meses, e so agora depois que casamos que descobri que meu esposo tem tara por outras mulheres nuas na internet.Nao sei mais oque faço....ja conversei com ele....ele diz que nao ve....mais eu sei que ele continua vendo.... Por favor me ajude....eu nao aguento mais....isso vai acabar com meu casamento e pior eh que eu amu mto ele...e nao consigo nem brigar feio, oq faço me ajuda por favor.

    Regina, 18 Anos - Ver Resposta

    Regina, calma!
    Não há nada de errado seu parceiro ou mesmo você sentir desejo por outras pessoas. Isso é normal e saudável.
    Entre sentir desejo e sair com a pessoa tem uma diferença grande. O fato de ele desejar outra não significa que ele não a deseja. Querer e os olhos dele e os sentimentos (desejo) sejam só para você, não é bom, e mostra muita insegurança da sua parte. Isso atrapalha a relação, e desse modo ele vai fazer isso escondido e com medo ser flagrado por você. Isso torna a relação pesada.
    Por outro lado, é bom saber que pode sinalizar que relação não está boa e por isso há a necessidade de buscar fora.
    Há outro lado: todos os excessos não são saudáveis. Se isso é feito de modo a atrapalhar a sua relação, ou seja, ele dá mais atenção à outras que a você, então precisa ser revisado esse relacionamento.
    se não souber como fazer isso, procure um psicólogo.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
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  • Boa noite. Gostaria de saber se vc pode me ajudar. Estou aqui indicada por uma grande amiga, que tem um problema exatamente oposto ao meu. Mas penso que vc possa me ajudar.
    Ando completamente sem desejo sexual pelo meu marido. Algumas coisas aconteceram, algumas mágoas, mas nao gostaria que isso afetasse o meu físico. Por isso gostaria de saber se existe algum medicamento que pode aumentar minha libido, mas aumentar MESMO...
    Por enquanto, agradeço e aguardo sua resposta o mais rápido possivel.

    Marcia, 41 Anos - Ver Resposta

    Olá Marcia.
    A inibição do desejo sexual traz muitas pessoas aos nossos consultórios. Sei como é ruim estar ao lado de alguém e não sentir vontade de transar, não sentir desejo sexual. Chega uma hora quer as desculpas não adiantam mais.
    Cada caso é um caso e precisa ser investigado separadamente. Você falou que algumas coisas aconteceram no relacionamento, que existe mágoa. Isso precisa ser investigado. Sempre há um ou alguns motivos para o desejo sexual diminuir ou acabar. Quando você fala que não gostaria que esses fatores não afastasse o seu físico, lamento, mas não temos controle sobre isso; pelo contrário, entenda isso como sintomas, é uma clara manifestação de que algo não está bom, que precisa ser arrumado. Os fatores emocionais (psicológicos) estão totalmente ligados ao nosso físico, um afeta o outro. Enquanto isso não for encarado pelo CASAL de maneira séria e realista, o problema continuará e aumentará, atrapalhando outras áreas da sua vida. É então que, para satisfazer as necessidades de sexo, carinho, atenção, as pessoas começam a procurar pessoas fora da relação. Essas são necessidade de todos nós, é saudável vivenciá-las, mantê-la em dia.
    Quanto ao uso de medicamentos para isso, não é bem assim. O medicamento só deve ser usado quando a origem do problema é orgânico, como por exemplo, uma deficiência hormonal. Por isso uma avaliação médica em muitos casos é necessária. No seu caso, seria muito importante que você e/ou seu marido fossem a um psicólogo para analisar o caso e, se vocês desejarem, se submeterem a uma terapia individual ou casal. Isso é o profissional que avaliará após ouvir vocês.
    Eu parabenizo você por estar procurando ajuda profissional. Será assim que você encontrará uma solução para essa dificuldade que está passando.

    Um abraço
    Claudecy de Souza
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