Ansiedade

O que é?

Existem dois tipos de ansiedade: a normal e a patológica.

A ansiedade normal é aquela que sentimos quando estamos diante de uma situação real, como falar em público, conhecer uma pessoa importante, uma prova na escola. Ou mesmo em situações reais de risco, como um acidente de trânsito, um assalto, o elevador quebrar com você dentro.

Em contextos como esses, por exemplo, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas.

Já a ansiedade patológica, também chamada de transtornos de ansiedade é deferente. A pessoa pode apresentar os sintomas de um ataque de ansiedade sem estar diante da situação desencadeadora da ansiedade, ou se estiver, ter uma reação exagerada e desproporcional a situação real. Desta forma, os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico.

Sintomas

É importante salientar que tanto na ansiedade normal como na patológica são comuns alguns desses sintomas abaixo. O que vai diferenciar o normal do patológico é o contexto e a intensidade das reações.

•    Desconforto corporal subjetivo durante o estado de ansiedade;
•    Sensação de aperto no peito, na garganta;
•    Dificuldade para respirar;
•    Fraqueza nas pernas;
•    Sensação de frio ou vazio no estômago;
•    Sudorese;
•    A pessoa também pode ter a sensação de terror, horror, alarme, pânico e a emoção é desagradável;

Tratamento

É preciso a avaliação do profissional para saber que tipo de tratamento é indicado para cada caso. O tratamento pode ser:

•    Só com psicoterapia
•    Só com medicamento
•    A utilização dos dois

Cada caso precisa se avaliado cuidadosamente antes de decidir qual tratamento utilizar. Para os casos de ansiedade de origem física, o uso do medicamento basta.
Há aqueles casos que a causa é comportamental (psicológica), usar o medicamento para esses casos é um equivoco, pois tão logo se pare com o uso do medicamento os sintomas reaparecem. Para esses casos são necessárias mudanças comportamentais e cognitivas. Será preciso entender o que está causando/desencadeando a ansiedade para então mudar. O medicamento não pode fazer isso. Do mesmo modo como a terapia não pode fazer o papel do medicamento.
Porém, vários estudos vêm mostrando eficácia nos resultados quando se utilizam os dois tratamentos, medicamento e terapia comportamental-cognitiva na solução desse problema.

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