Perguntas e Respostas



Tenho desejo de ver minha esposa envolvida sexualmente com outro(s) homens, gostaria de saber a origem psicológica dese meu desejo, além de entender se posso julgar isso com naturalidade para poder propor a ela ou mesmo me tratar diante de uma possível falha de personalidade.
Junior, 30 anos.
Resposta:
Olá Junior.
Eu penso que pode ser muito simplista responder essa questão como é ou não normal. É preciso analisar o contexto para entender o que está por trás dessa vontade.
Muito homens têm essa vontade. Mas é preciso analisar cada caso. Nem todos são apenas uma brincadeira, uma fantasia e nada mais. Muitos escondem questões que precisam de atenção, mas a pessoa não percebe.
Vale a pena conversar com um psicólogo para entender com mais profundidade essa questão.

Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br
Dr. boa noite! Meu nome é Jessica tenho 26 anos, sou divorciada a 2 anos e namoro a 8 meses... Gosto de sexo violento daquele que puxa cabelo, morde, arranhar e ainda que me machuca na penetração. Nos outros relacionamentos eu já tinha interesse por esse atos mais agora vejo que está aumentando as práticas dolorosas mais prazerosas! Isso pode prejudicar futuramente minha saúde? E o que fazer? Desde já muito grata, bjss..
Jessica, 26 anos.
Resposta:
Oi Jessica.
Eu imagino como essa prática deve te proporcionar muito prazer. E esse é o motivo que faz você se manter e querer cada vez mais.
Sua preocupação se isso pode te prejudicar, sugere uma preocupação com o lado físico. Mas existe o outro lado que também merece atenção, que é o psicológico.
Pensando no físico, você mesma relata preocupação, e não é para menos. Eu não sei exatamente é no seu caso, mas é comum eu ouvir relatos de participantes dessa prática, na qual passaram dos limites e algo mais grave aconteceu. Em função do prazer no momento, perdemos perder a noção dos limites, é aí que consiste o perigo, pois nessas práticas a pessoa quer cada vez mais.
É muito importante analisar cada caso para entender com detalhes o porquê dessa vontade de obtenção do prazer por essa via - o sexo violento. É aqui que entra o lado psicológico. O prazer obtido por essa forma é o resultado, mas é preciso entender o porquê da necessidade de usar essa via para o prazer. Quando é algo restritivo, perigoso, único, é interessante investigar.
Seria muito se você pensasse na possibilidade de permitir que um psicólogo ouvisse você. Assim haveria a possibilidade de uma melhor compreensão e, quem sabe, se necessário ajudá-la.

Claudecy de Souza
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sou casada a 24 anos ,meu marido e um tanto viciado em sexo mais eu não tenho desejo por ele ,na verdade sempre foi assim no começo quando nos conhecemos os dois ainda não tinham tido experiencias sexual então descobrimos juntos mais ele sempre teve mais desejos do que eu e faz uns 5 anos depois que nosso primeiro filho nasceu ficou pior ,pois ele me deixou totalmente de lado como mulher não pude contar com ele para nada na gravides e ate meu filho fazer uns 3 anos ,comecei a me sentir frustrada em relaçâo a muitas coisas pensei ate em separação mais hoje temos ate relação mais meu apetite e muito pequeno faço mpór obrigação e pra piorar um colega de trabalho começou a me assediar e e bem mais novo que eu tem apenas 24 anos e eu estou tendo desejos sexual por esse rapaz ,por favor me ajude não sei o que fazer cedo as investidas do garoto ou continuo na minha vida de sempre ,pois ainda não trai meu marido em nenhum momento o que eu faço?
Adriana de souza, 42 anos.
Resposta:
Oi Adriana.
Essa é uma questão interessante e muito comum. Infelizmente somos condicionados a ficar numa relação mesmo que não estejamos felizes.
Veja que aparentemente você não tem problema com seu desejo, pois está sendo estimulada de tal forma que seu desejo está aí, vivo, pulsando. Penso que seria muito importante investigar o que não está bem no seu casamento, o porquê de você não sentir desejo por ele. Sem a devida atenção a essa área, seu marido continuará fazendo o que não é bom para você e você continuará infeliz e se sem desejo. Caso vocês não consigam fazer isso sozinhos, pense na possibilidade de irem a um psicólogo para ajudar vocês.

Claudecy de Souza
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Olá, doutor. Entrei no seu site a procura de respostas sobre o infantilismo. Tenho 19 anos e tenho um namorado, mas o chamo de daddy quando estamos sozinhos, ele é o meu cuidador. Eu sempre tive esse comportamento infantil, mas não gosto de fraldas ou essas coisas, só me sinto as vezes como uma criança de 5 anos ou como uma adolescente de 12. Gosto de chupar bico e de ser tratada pelo meu daddy como se fosse uma criança mesmo. Me sinto bem quando estou dentro desse comportamento infantil, ele se mistura com o meu comportamento adulto, eu sei as horas em que posso ser criança e as quais tenho que ser adulta. Queria saber se esse comportamento pode ser considerado um problema, ou pode ser um trauma, estou começando a pensar que não sou normal, e isso tem me deixado intrigada. Obrigada pela atenção. Edi
Edi, 19 anos.
Resposta:
Oi Edi.

Que bom que você está procurando ajuda. Parabéns por isso.
Pelo seu relato, você mesma reconhece de que existe algo diferente nessa forma de se comportar e se relacionar. Penso que é importante investigar o que está por trás desse comportamento que a faz se sentir bem assim. Essa forma de se relacionar vai na contramão do desenvolvimento normal, que é tão importante para o nosso crescimento.
Vale muito à pena você ir a um psicólogo para entender o está acontecendo com você.



Claudecy de Souza
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Dr. Eu tenho uma vida sexual muito ativa, sou casada e transo praticamente todos os dias, tenho orgasmos múltiplos, meu marido e bem dotado mais o problema é que mesmo eu gosando muito nunca é suficiente, me masturbo todos os dias, até 2 3 vezes por dia, se eu ficar sozinha fico louca em busca de sites, imagens, videos...adoro mais não sei, isso é normal?
jassica, 34 anos.
Resposta:
Olá Jessica.
Praticar sexo é muito bom e saudável. Porém, é importante observar que o excesso, de qualquer coisa, como comida, compras, atividade física... não é legal e pode sugerir que algo não está bem, e a manifestação pode se dar nesses excessos. Em muitos casos, nós aprendemos a canalizar questões que estão mal resolvidas na nossa vida para essas vias, é aí que acontece o exagero.
Vale muito a pena investigar com mais atenção esse tema, que pelo que você deu a entender, parece haver uma percepção exagero.Ir a um psicólogo pode ser bastante esclarecedor para você.

Claudecy de Souza
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Moro com meu namorado faz 2 anos e 3 meses, nos conhecemos e em um mês já fomos morar juntos. O primeiro dia que nos beijamos foi uma loucura, só não transamos pq não deu, mas depois de uma semana aconteceu e foi maravilhoso. Nesse tempo que estamos juntos aconteceram muitas coisas mas o grande problema é a falta de sexo, já ficamos 3 meses sem fazer. Sou compreensiva, procuro conversar com carinho, mas hoje estourei!! Faz 15 dias que aconteceu a última vez, aí hoje conversamos e ele disse que não quer pq está se sentindo gordo e não está se sentindo bem com seu corpo (engordou 20 quilos). Eu entendo, mas falei que sinto tesão por ele de qualquer jeito, não adiantou, ele não quis mesmo. Falei e penso que o problema sou eu, me sinto feia pq ele não me deseja, não me dá carinho... Não estou trabalhando, me sinto a empregada doméstica dele... Porém ele sempre teve desculpas pra não fazer sexo, tinha medo de eu engravidar mas eu tomo anticoncepcional direitinho, o dia que esqueci um, ficou sem fazer (sua ex engravidou com 3 meses de namoro), estávamos com problemas financeiros não queria, estava preocupado com problemas no trabalho, também não queria... Pedi para ele resolver os problemas dele, ele está fazendo terapia, mas diz que tem vergonha de falar para a psicóloga coisas referentes ao sexo. Não foi no médico p ver o testosterona... Me sinto cada vez mais frustrada, já pensei e penso em acabar com o relacionamento por isso. Não o procuro mais pq ele diz que sou safada demais, que uma semana sem sexo eu brigo!! Não sei o que fazer, pois eu o amo muito e com ele eu faço amor, não acho certo procurar outro p fazer sexo, apesar de às vezes dar vontade... Tenho 37 anos, todos me dão 27 anos e meu corpo está ótimo, mas minha auto estima caindo cada vez mais por não ser desejada pelo meu amor... Ele tem 26 anos. Me enganei com os homens mais novos, apesar que nunca tive problemas com meus exs, eram mais novos e muito fogosos. Preciso de ajuda, não sei mais o que fazer!!
Mulher SP, 37 anos.
Resposta:
Oi Mulher SP.

Imagino que você esteja muito frustrada mesmo. Mas pelo seu breve relato, penso que exista outros fatores que precisam ser levados em consideração. O não querer fazer sexo, é apenas uma forma de mostrar que algo não está bem. A aparência da mulher para o homem, é importante sim, e vejo que você se cuida e é bem conservada, porém, só isso não basta. Alguns valores, comportamentos e conteúdos também contam muito. A fase de início de relacionamento, normalmente é regada com uma grande dose se curiosidade, expectativa e paixão, isso é bom, mas não dura muito, e é importante que seja assim, pois é preciso dar lugar a um sentimento mais sereno e mais profundo. Mas também é nessa virada que enxergamos coisas que pode levar ao desinteresse ou a ter vontade de nos aprofundar mais.
Outra coisa importante para você ver, é o porquê você tem preferências por homens mais novos. ​
Se precisar de ajuda para sair dessa, pode contar comigo.


Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
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Estamos juntos a alguns anos e sinto muito prezer quando imagino ele com outra, até que um dia revelei esse desejo e pedi para ele realizar... Mas não consigo me entender, ao mesmo tempo que deliro de prazer com isso, sinto uma enorme tristeza quando o "prazer" desaparece de minha mente, fico cheio de neura achando que se ele topou realizar é porque não me ama, mesmo ele garantindo que ama, enfim é como se eu fosse duas. Me ajude a compreender como isso pode ser normal, na cama quero ele com outra e fora da cama sou ciumenta e fico triste de saber que isso ira acontecer, e pior pq eu quiz !??? me ajude!
Dalia, 30 anos.
Resposta:
Oi Dalia.
Essa vontade é mais comum do que você imagina. Não sesinta mal por isso. No entanto é importante fazer uma separação entre fantasia e a realização da fantasia. Em muitos casos, a realização é uma delícia e não gera mal estar, mas há outras que são interessantes que fiquem só no âmbito da fantasia.
Em alguns casos, Dalia, é bom investigar o porque de algumas fantasias, elas podem ser bem saudáveis, bem como, podem revelar alguma questão conflituosa na pessoa ou na relação do casal.

Outra coisa que deixa muitas mulheres preocupadas, é a associação dessas fantasias com o amor. São coisas diferentes, principalmente para a maioria dos homens, não há essa associação. Por isso, porde ser mais interessante separar essas duas coisas.

Claudecy de Souza
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Meu marido sempre foi louco por sexo, esse nunca foi nosso problema , mas depois q ganhei minha filha, ela tinha 8 meses e eu i procurava e ele sempre cansado, perdia a ereçao qdo transavamos, eu logo pensei q o problema era cmg, tratei de emagrecer qse 10 kg, a me arrumar mais, mas msm assim nada mudou, até o dia q ele resolveu abrir o jogo e falar q não estava conseguindo manter a ereçao. Foi ao médico e constatou q é de fundo psicológico, ele faz terapia c psicóloga, até estava melhorando as coisas, mas agr ele teve uma recaída brusca, eu não qro q ele tome remédio pq sinto q é uma coisa artificial, mas sempre qdo olho o celular dele está cheio de buscas na NET por vídeos porno, ou seja ele não me procura, ou não funciona cmg, mas se masturbar ele faz. Isso anda mexendo mto c meu psicológico,ando mto nervosa, me sinto inferior, humilhada.. Oq eu faço?
Jeniffer, 27 anos.
Resposta:
Oi Jeniffer.
Eu entendo sua tristesa. Acho que vocês começaram bem, conversando e indo a uma profissional. No entanto, com a parada do tratamento, não só não foi resolvido como regrediu.

Quando o assunto é de ordem psicológica, não adianta o uso do medicamento, é prociso tratar a causa. Nesse caso, é interessanteque vocês procurem um um psicólogo especializado em sexualidade. Assim será possível tratar de forma mais profunda e focada essa questão. O fato dele estar interessando em outra fonte de sexo, sugere que desejo ele tem, só é preciso ajudar a cananisar o sexo para a relação. E para isso, é necessário entender o porque isso não está acontecendo.

Vale a pena comentar um pensamento muito comum na pessoas, principalmente em algumas mulheres, de que, basta estar com um corpo legal, ficar bonita e aparecer par ao homem, que tudo estará resolvido, que isso basta para ser irresistível para o homem. Não é bem assim, talvez isso funcione no começo do relacionamento, mas com o tempo, ambos que mais. O que significa que tem muitas outros comportamentos, no dia a dia que passam a ser relevantes, e claro, isso varia de casal para casal. É legal que o casal tenha sintonia no sexo e fora dele também. Muitas vezes, temos valores, auto regras, ou mesmo, não nos abrimos para nos atualizar, levar novidade para o outro, nos tornar uma pessoa mais interessante. Nesse cenário, fica mais difícil querer que o sexo sejá o salvador para pátria. O sexo legal é aquele que começa muito antes da "cama".

Claudecy de Souza
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Sou casada a 16 anos, tenho um filho de 6 anos e meu esposo tem 48 anos, estamos passando com dificuldades financeiras e já faz 2 anos que ele não me procura na cama....tento procura - lo é ele sempre arranja uma justificativa...está com sono...finge que está dormindo. ...a última vez que tivemos relação ele não conseguiu chegar aos finalmente e eu fiquei muito brava. ..confesso que meus comportamentos contribuíram para isso...e ele fala pra mim...se o para vc e mais importante que outra coisa....ele não explica porque não me procura....elenco dei depois da gravidez, dei uma relaxada, mas estou retomando minha auto estima....fã o exercício I IOS e já estou fazendo um tratamento para emagrecer. Ele não fala nada, não pergunta nada, conversa comigo normalmente em casa, me trata como uma amiga, não me acaricia, quando eu dou uma Abraço e Beijo ele corresponde mas sexo nunca mais aconteceu. ...confesso que isso me machuca muito saber que não estou despertando interesse nele. ..Não sei mais o que fazer, ele não me dá oportunidade para falar sobre o assunto fica bravo...o que fazer?
cica, 36 anos.
Resposta:
Oi Cica.
Isso é bem desagradável eu entendo.
Eu penso que deixar esse assunto acomodado, não é uma boa. Essa acomodação, alimentada por você, acaba gerando insatisfação, deixando você triste, afetando sua auto estima e o pior, pode escontar algum problema, seja com ele, com você ou com o casal.
Seria muito adequado irem a um psicólogo para entenderem o que está por trás dessa dificuldade.

Claudecy de Souza
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Ola Doutor, vim aqui hoje pedir ajuda, estou com problemas. tenho infantilismo desde pequeno e quero me curar, pois quando era pequeno pedia fraldas aos amigos que tinha irmãos pequenos e depois dizia que era para o meu irmão que eu não tenho.Depois aos nove roubei uma fralda do filho do vizinho e quando fui pegar outra a empregada me viu, depois me dedurou pra mãe dele. Fiquei muito constrangido no momento, não sabia oque fazer. Contei pra minha mãe mas com muita dificuldade(chorando),depois tive varios pesadelos semelhantes ao ocorrido. Mas hoje é diferente pois detestaria ficar de fralda, tenho me masturbado compulsivamente por mulheres vestindo fraldas e tal. Preciso saber se existe tratamento, me ajude por favor!!!
ANONIMO, 13 anos.
Resposta:
Olá.
Imagino que o que era prazeroso passou a ser um problema para você. Na verdade, isso mostra que algo não está bem, e você usa a via fralda/infantilismo como forma vivenciar esse sentimento.
Eu acho bem interessante que você está pedindo ajuda, mas é preciso ir a um psicólogo especializado em sexualidade para ele entender melhor o caso e ajudá-lo. Eu entendo que é um passo difícil. Mas será muito importante para seu desenvolvimento mais saudável.


Claudecy de Souza
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Olá doutor,sou lésbica e tenho uma namorada,porém sinto uma vontade enorme de mamar nos seios de minha namorada mas mamar tipo bebê,ela não tem leite mas mesmo assim sinto vontade,será que isso é loucura? O que devo fazer?
Letícia , 28 anos.
Resposta:
Olá Letícia.
Eu precisaria entender mais o seu caso para poder falar com mais propriedade. No entanto, nesseprimeiro momento, dê uma lida no seu site sobre questões como a sua e veja se você tem alguma identidicação:
http://www.claudecy.com.br/perguntaserespostas.asp?subcategoria=23&subcategoria_sub=26

Claudecy de Souza
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Boa noite. Sou crossdresser há uns 34 anos, dos meus 41. Mas não sabem de mim. Me monto diariamente, mas tenho uma estrutura masculina, apesar de jeito feminino, somente qdo me monto. Tive somente 3 experiências com profissionais do sexo, mas não estou mais suportando e quero me "jogar na pista" e me insinuar, ser paquerada e não estou com coragem. Uma confusão, quero ir a balada vestida, mas n estou me achando. Eu diria que se tivesse uns 20 anos, eu seria um transexual, mas agora não dá mais. Nem virilidade eu tenho mais. Em resumo, minha pergunta é, como quebrar esta parede que não me deixa me soltar a ser a Bruna? Tenho medo de ser ridicularizada. Obrigada.
Bruna Moretti (CD), 41 anos.
Resposta:
Olá Bruna.
Eu te entendo e sei como você deve sofrer. As pessoas que me procuram com essa questão, trazem muito sofrimento e insatisfação consigo e com a vida.
Mas é importante parabenizar você por porcurar ajuda especializada. Assim que você terá como ser entendida, bem como entender o porque você foi por esse caminho.
A ideia de uma psicoterapia para esse caso de crossdresser, não é para te convensar de nada, mas sim, trabalhar as causas do que estão trasendo os sintomas e claro, o sofrimento também.
Eu seu que sua vontade de de sumir, de resolver logo tudo isso. Mas calma, dê a oportunidade de um profissional cuidar de você, assim você verá que nesse processo muitas questões serão trabalhadas e você poderá ter uma qualidade de vida saudável.

Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
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Foram dois anos de muito diálogo franco, aberto e sincero, até que eu e minha esposa tivemos nossa primeira aventura sexual, fazendo troca de casais. Depois, nos 2 anos seguintes, realizamos várias outras aventuras, principalmente sexo a três ( com dotados, que era a fantasia mais desejada dela ). Porém a última de nossas aventuras foi há mais ou menos um ano e meio, por falta de interesse da minha esposa, que por ser muito fechada, apesar da minha iniciativa e disposição ao diálogo, nunca me falou o porque perdeu o interesse nas nossas aventuras. Essa situação (a interrupção de nossas aventuras e a falta de diálogo ) acabou despertando em mim um sentimento de constrangimento quando lembro do quanto expus à minha esposa minhas mais secretas fantasias. Hoje meu desejo ( se eu pudesse voltar no tempo ), era jamais ter revelado minhas fantasias tão abertamente como eu fiz.
Márcio, 47 anos.
Resposta:
Oi Márcio.
Eu entendo. O problema nesses casos é que quando estamos envolvidos por sentimentos como esses, ficamos com a visão muito turva, e só queremos realizar aquela vontade. Em boa parte das vezes não pensando no depois.
Muito casais que trazem esse tema, ao analizarmos, vemos que em boa parte dos casos, a fixação e/ou a realização dessas fantasias, escondem um conflito do casal, que são mascarados com essas aventuras.
Vejo que você está arrependido, e fiquei com a sensação de que sua esposa não estava segura quanto a essa fatasia. Mas agora eu penso que seria importante trabalhar esses sentimentos que não o deixam viver bem.

Claudecy de Souza
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Olá Dr, a fantasia do meu marido é fazer um menage masculino, ele até arrumou um amigo que topa e passou meu email, trocamos emails, fiquei super excitada e quando transamos falamos em por em prática e ficamos muito excitados com idéia, tenho vontade, mas não tenho coragem, meu marido foi meu único homem até hj, olho os homens na rua e qdo acho atraente me pergunto se teria coragem e não consigo me imaginar na situação, adoraria realiza-lo, mas tenho medo de travar e não conseguir fazer nada na hora e tbm tenho medo que isso acabe estragando meu casamento, já mostrei pra ele todas as possibilidades que possa dar errado e ele sempre me fala de como seria gostoso, o que eu faço?
anonima, 32 anos.
Resposta:
Oi Anônima.
Pelo seu relato, eu percebi que essa ideia até te excita, mas que você não está preparada para essa aventura. Isso precisa ser respeitado.
EU entendo que seu marido tem uma grande vontade de realizar essa fantasia. Porém, quando envolve outra pessoa, é importante que essa também esteja na mesma sintonia para ser legar para ambos. Quando só um curte, não bom.
Essa é uma questão muito comum no meu consultório. Eu vejo que quando esse tempo da outra pessoa não é respeitado, o resultado acaba não sento interessante. Também percebo o quanto isso pode abalar a relação. Veja, não estou falando que essa prática deve ser abortada, mas sim, que esse tema seja muito discutido entre o casal e que haja uma real vontade de ambos.
Num momento oportuno, valeria à pena seu marido investigar o porquê dessa vontade incontrolável.

Claudecy de Souza
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Doutor, ao contrario das outras pessoas eu nao tenho vaginismo.eu tive vaginismo, durante 6 anos! ao inicio achava que era um problema físico, depois quando soube que nao era fisico cheguei a ficar desiludida porque achava que seria mais facil ser operada para me curar.até que so ha dois anos descobri que nao era a unica pessoa com este problema.e desde aí ainda demorei quase um ano a procurar ajuda.eu percebo muito bem (muito bem mesmo) todas estas pessoas que escrevem para voce e têm medo de procurar um terapeuta sexual...eu cometi esse erro durante muito tempo e arrependi me tanto!porque agora, que estou curada ha 5 meses, sei que nunca teria ultrapassado isto se nao fosse a minha medica! e nao custa nada começar a ir as consultas! Nas sessões de psicologia, só fazemos algo quando estamos preparadas! Queria so deixar a minha força a todas as mulheres que sofrem neste momento com o vaginismo (e dizer a todas elas que existe cura para todas mas temos que procurar ajuda!!) e agradecer a si, doutor, por disponibilizar o seu tempo para ouvir pessoas como eu fui um dia. porque nós nao podemos contar isto à maioria das pessoas que mais amamos, e é preciso desabafar com alguem.em nome de todas nós, obrigada doutor!
Catarina, 22 anos.
Resposta:

Olá Catarina.
Muito obrigado duplamente, pelos elogios ao meu trabalho e por você dar esse depoimento que, sem dúvida, ajudará muitas muheres que estão passando por essa dificuldade.
De fato, essas mulheres sofrem muito, algumas por vários anos, e não é nada fácil conviver com esse problema. Mas é muito importante esse seu depoimento, pois reforça a ideia de que esse problema tem solução.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Dr., eu li todas a peguntas e respostas do site, tendo em vista a imensa vontade de buscar a cura para a minha esposa. Notei que os casos são muito parecidos com o nosso. Ela sente dificuldade para a penetração, chega a travar.. Isso ocorre desde a época de namoro, mas como ela era virgem, pensamos que tudo era questão de tempo. Estamos juntos há 8 anos, entre namoro e casamento, e nada mudou. Eu sou o primeiro parceiro dela, às vezes cheguei a pensar que o "problema" era meu... Mas agora acredito que a causa seja o vaginismo... Ela diz que sempre teve muita dificuldade para se relacionar "emocionalmente" com alguém. O casamento dos pais não foi bem sucedido, já presenciou cenas de sexo forçado entre eles, e isso provavelmente tenha a impressionado. Na adolescencia não tinha namorados e dizia que jamais se casaria. Qdo me conheceu o cenário se modificou, tivemos um envolvimento mágico, nos amamos muito, e após muito sofrimento decidimos, em conjunto, buscar ajuda. Certa vez uma gineco a orientou sobre o vaginismo e sugeriu uma pomada anestésica. Foi muito difícil abrir o coração para a médica, pois a impressão que tínhamos, era de que o caso era muito raro. Infelizmente o problema não foi resolvido. Temos o sonho de ter filhos. Ela já pensou em fazer inseminação artificial, pois não quer assumir essa dificuldade para a família. Ela está com 29 anos de idade, 4 anos de casada, e as pessoas cobram muito a vinda do bebê. Acho que agora, como está mais madura, sente-se confortável para abrir essa questão com um profissional especializado. Eu jamais a abandonarei por conta dessa problemática. Estamos juntos escrevendo essa msg e juntos continuaremos até a solução do caso. Em sua opinião, qual é o melhor caminho a seguir?
Wilson, 30 anos.
Resposta:

Olá Wilson e esposa.
Parabéns pela sua atitude em procurar ajuda especializada e por mostrar interesse em ajudá-la.
De fato, como você já leu, o vaginismos (se for esse o diagnóstico) é terrível para a mulher e para o casal. A sensação de que nunca vai conseguir é muito sofrida.
Infelizmente essas tentativas como a que você citou, de passar anestésico, ou as que você leu aqui no meu site, mostram como tais colegas desconhecem esse problema tanto a causa como o tratamento. Pelos relatos das pessoas que me procuram para tratar esse assunto, eu vejo como essas sugestões (as dos colegas) só causam mais sofrimento, pois além de não resolverem o problema, a sensação de que vão conseguir um dia se torna cada vez mais distante.
Todos esses fatores que você descreveu da vida da sua esposa, de fato podem influenciar no surgimento do vaginismo (desconheço pomada anestésica que resolva esses problemas psicológicos desencadeados pelo meio). Porém, o psicólogo especializado em sexualidade que vocês escolherem para cuidar do caso, precisará analisar tudo isso que você descreveu além de várias outras questões que podem estar relacionadas. Depois de fazer esse mapeamento e a análise, o profissional terá condições de guiá-la por meios que irão resolver essa questão.
Não parem por aqui. Não desistam do sonho de vocês. Sei que é difícil, mas também sei é possível resolver esse problema, pois vivencio isso na minha experiência clínica frequentemente.
Se vocês querem ter uma vida sexual saudável e ter filhos, você podem!

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
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Claudecy de Souza
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Dr. estou desesperada!!!! tenho um relacionamento a três anos e não consigo ter penetração, já fui em vários ginecologistas e sempre tenho a mesma resposta: vc não tem nada, está tudo normal, vc tem que relaxar.... já tentei de tudo, por favor me ajude ...
Monica, 21 anos.
Resposta:

Oi Mônica. Imagino seu sofrimento.
Mas provavelmente você não conseguiu resolver essa questão porque ela não tem origem orgância, por isso os ginecologistas não conseguem resolver essa questão.
Mas é importante que você saiba que seu problema tem solução. Calma!
Com frequência mulheres com essa mesma queixa me procuram, por isso sei como é difícil o que você está vivendo e sentindo.
Procurar um psicólogo especializado em sexualidade vai ajudar a resolver esse problema.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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olá, o q vc me diz a respeito de um relacionamento de 1 ano, q se acabou por conta de um poblema psicológico (vaginismo), eu sabia q teria q fazer o tratamento só q na minha cidade ñ dispõe de profissional especializado no assunto, eu ja tinha conversado com meu namorado a respeito do assunto, e ele ñ aceitava q era um poblema meu ele sempre dizia q era culpa dele,todas as vezes q tentavamos uma penetração ele ficava frustado chegava a chorar, achando q ñ tava me satisfazendo ñ estava me fazendo se sentir mulher, então diante do desespero dele eu propus a usamos um pênis de borracha sabia q poderia ser um paliativo, só q a minha proposta soou p/ ele como se estivesse ferindo os valores dele o consevadorismo, a masculinidade dele, e acabou terminando o namoro por conta disso ele falou q nós temos valores diferentes, o q vc pode me dizer disso tudo? obrigada
Marcia, 31 anos.
Resposta:

Oi Márcia.
Infelizmente existem poucos profissional preparados para atender essa questão.
Tenho a impressão que existe a necessidade de esclarecimentos de algumas questões, que inclusive atrapalhou muito vocês. Mas não dá para fazer isso por um e-mail.
De fato para tratar essa questão é preciso todo um trabalho psicológico, e não é apenas fazendo exercícios de penetração com um pênis artificial que se resolverá esse problema. Dessa maneira a pessoa só tenta tratar o sintoma e não a causa.
Com relação ao seu ex-parceiro, parece que ele também precisa rever alguns conceitos. Essa culpa da qual esse se refere, causando por achar que ele é responsável por isso, provavelmente não tem fundamento, mas como não conheço vocês, não posso afirmar.
Muito provavelmente essa o término da relação não se deu por causa da sua proposta, mas é possível que a sua proposta tenha sido usada por ele como um recurso (argumento) para dizer que para ele essa relação não estava satisfatória.
Márcia, é importante que você saiba que uma relação não se sustenta de forma saudável com um problema desse - vaginismo -, e é normal que a outra pessoa não queira levar a relação adiante, pois não é bom.
Encare isso não como um fracasso, mas sim, como um incentivo para buscar ajuda e resolver esse problema, caso contrário, muito provavelmente você continuará arrumando namorados, se envolvendo e depois sofrendo mais uma vez com o término.
Em que cidade você está? Quem saber eu tenha algum profissional para indicar a você.

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br



Claudecy de Souza
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Oi Dr.Claudecy, por favor me ajude estou desesperada e muito deprimida. Desde que eu me casei, há 1 ano e 4 meses atrás que estou sofrendo muito por não conseguir concluir o ato sexual(penetração). Pesquisei muito na internet sobre vaginismo e acho que estou sofrendo desse trastorno, embora ainda não procurei um médico por falta de orientação e por não saber onde procurar.Claro que preciso de um diagnóstico certo, para começar a me tratar seja o que for esse mal. Eu sinto muito medo da penetração, e uma ansiedade enorme e o pênis não consegue penetrar é como se não houvesse passagem. Quando conseguimos penetrar um pouco mais que a cabeça do pênis é com muita dor.Preciso de ajuda urgente! Em mais de 1 ano de casada nunca tive uma relação normal com meu marido. Meu marido é maravilhoso,muito compreesivo,mas é tão sem experiêcia no assunto Quanto eu. Por favor me oriente estou morrendo por dentro e tenho medo que meu marido canse disso tudo. Obrigada.
Maria Eduarda, 22 anos.
Resposta:

Maria Eduarda, sem dúvida sei o quanto você está sofrendo e sei também que é real esse medo de perder o marido.
Existem alguns passos para ser seguidos: primeiramente vá ao ginecologista para ver se existe alguma questão orgânica envolvida (apesar de que pela sua descrição, parece que a causa do seu problema não é de fundo orgânico). Caso não seu problema não tenha pedências orgânicas, então procure um terapeuta sexual para ajudá-la a resolver essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Olá Dr. fiquei casada durante 7 anos e nunca houve penetração nas nossas relações , sempre sentia-me encomodada .O casamento acabou por essas e outras , mas depois de 3 anos fiquei noiva e também não conseguia a penetração .Fiz alguns exercícios com a minha ginecologista , ela usou um aparelho parecido com aquele que faz ultrasson transvaginal , naquela hora tudo bem , parece até que sou normal , mas estou tentando usar um pênis de silicone para fazer os exercícios lubrifico-o c/ KY gel , mas não tenho obtido um bom resultado .Minha excitação é mais do que normal .O QUE DEVO FAZER ? Obrigada
Debora, 31 anos.
Resposta:

Oi Débora.
De fato não vai funcionar utilizando os métodos que você está usando. Pois desse modo você está tratando o sintoma e não a causa. Ou seja, vai continuar.
É preciso tratar da causa, que pela sua descrição tudo indica que se trate de um problema psicológico. Mas será preciso você passar por uma consulta com um psicólogo que seja terapeuta sexual para uma análise adequada do seu problema e assim ajudá-la.
Pela minha experiência nesses casos, sei como esse problema causa sofrimento, rompimento de relacionamentos, conflitos internos. Mas você não precisa continuar sofrendo, pois existe tratamento.
Caso tenha mais alguma dúvida, pode escrever um e-mail ou telefonar para 11 5092-3898.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Doutor, boa noite.. lendo e relendo os casos constantes no site.. me vi em situação muito parecida. Minha namorada e eu nao conseguimos manter uma relação sexual, pois não conseguimos a penetração. Tentamos alguns cremes, cremes com anestésicos, mas não resolveu. Preliminares é o que nao falta e não há cobrança ou falta de desejo. Minha pergunta é a seguinte: além de um terapeuta sexual, li que na maior parte das pacientes, foram utilizados objetos para "acostumar" a vagina. O tratamento seria mais psicologico ou mais físico? Há alguma coisa que possamos fazer para contornar isso? desde já, muito obrigado
Andre, 25 anos.
Resposta:

Oi André.
Se for constatado o diagnóstico de vaginismo, se trata de uma questão 100% psicológica.
Algumas pacientes relatam que tentaram esse método que você está sugerindo, a maioria não consegue, e as poucas que conseguem tem seu problema de volta em pouco tempo.
André, se a causa do problema é psicológico é preciso resolver a questão para solucionar o problema. Métodos alternativos ao que é conhecido dos profissionais da comunidade científica eu desconheço.
Sei que esse problema é sério e o quanto é importante resolvê-lo. O caminho você ja sabe qual é.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Primeiramente gostaria de agradecer em nome de todas as mulheres q sofre de vaginismo por vc Claudecy nos dar esse espaço,onde podemos compartilhar nossas dor. A minha história é bem interessante, eu fui casada durante 3 anos, e durante esse tempo nunca tive uma penetração, a minha ida ao ginecologista era quase semanalmente pois a médica queria me ajudar de alguma forma mas ñ conseguimos, e na minha cidade ñ tinha sequer um profissional especializado nessa área, durante esse tempo contrair HPV, o meu marido havia me traído ñ aguentava mais conviver com a situação,e tb nunca procurou me ajudar ao contrário dizia q eu era doente e perguntou certa vez a médica se ñ existia uma cirurgia p/ rasgar tudo. Bem, nosso relacionamento acabou depois de 3 anos, depois de 1 ano separada encontrei um namorado numa boate, foi uma encontro casual,passando-se 3 dias q eu o tinha conhecido fomos p/ o motel, durante o trajeto até chegar no motel, estava desesperada ñ sabia se contava ou ñ meu problema, estava muito aflita e sabia q a decepção viria. Quando chegamos no quarto quase q contava, mas ele interrompeu com beijos, foi quando ele tirou minha roupa e fez um sexo oral magnifico,tão maravilhoso q relaxei o corpo todo dai quando ele foi penetrar ajeitou minhas pernas, e com a mão bem devagarinho penetrou o pênis, foi tudo maravilhoso fiquei surpreendida com a penetração quase ñ acreditava no q estava acontecendo. Enfim, passamos 2 anos juntos e o sexo foi maravilhoso, mas o relacionamento acabou. Passou-se 1 ano q terminamos o namoro, estou com um novo namorado, esse ja conhecia há anos porém só agora nos apaixonamos,temos uma intimidade maravilhosa conversamos muito antes de ir p/ cama, falamos sobre nossas fantasias, massagens, um monte de coisas rimos muito juntos, fomos comprar óleo de massagem juntos, roupas íntimas etc....só nunca tinha falado p/ ele o q tinha acontecido com o sexo no meu casamento. Bem, com tudo planejado depois de 1 mês juntos e muitos apaixonados fomos p/ o motel e p/ minha maior surpresa foi um desastre, sentir a maior dor e ñ tinha jeito p/ penetrar,até o sexo oral me incomodava, foi quando no outro dia procurei a ginecologista p/ fazer os exames, deu tudo normal, e ja estamos há 7 meses juntos e nada de penetração,sinto tudo o q sentia na época de casada, estou desesperada pq ñ há profissional especializado na cidade em q moro, meu namorado vive pesquisando sobre o assunto, mas ñ há nada q possa nos ajudar, conversamos bastante, ele é muito compreensivo, ja fomos p/ 8 ginecologistas e nenhum pode nos ajudar,sinto q meu namorado está cada vez mais perto de mim, e muito preocupado com tudo isso, estamos sofrendo muito juntos. Por favor, Claudecy q explicação existe p/ isso?
Mariana, 26 anos.
Resposta:

Oi Mariana.
De fato sei que o sofrimento é grande. Também sei que existe uma carência de especialista em muitos lugares.
A explicação para seu problema é que ele não foi de fato resolvido. Apenas foi mascarado.
O vaginismo é 100% de fundo psicológico. Infelizmente algumas pessoas, inclusive profissionais sugerem métotos sem o menor respaldo científico como, cirurgias, anestésicos... Sabemos que nada disso resolverá o problema.
Mariana, sempre estou me atualizando com literaturas científicas e participação em congressos, mas infelizmente não conheço outra maneira de resolver essa questão que não seja por um psicólogo que entenda de fato desse assunto.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Dr. Claudecy, me identifiquei com muitos casos relatados nessas perguntas sobre vaginismo, sou casada a quase 4 anos e até hj tbm ñ consegui ter uma relação completa com penetração, meu casamento está por 1 fio e eu me sinto a pior mulher do mundo! Tenho feito alguns exercícios com bastões com sucesso + quanto tento introduzir o pênis de silicone eu ñ tenho quase nenhum sucesso e muita dor. O problema é que esse tratamento é muito caro e ñ disponho de recursos p/realizá-lo, porém preciso muito de ajuda. Fico ansiosa na espera de uma resposta e confiante de conseguir alguma ajuda, estou precisando muito, ñ sei + o que fazer!
Ripilica, 27 anos.
Resposta:

Olá Ripilica.
Do modo como você está fazendo, de fato não terá sucesso. Muito pelo contrário, só piorará a situação.
Infelizmente são poucos os profissionais preparados para lidarem com essa questão. Mas não há outra saída, é preciso verificar os aspectos psicológicos envolvidos. Por isso, o seu bastãozinho não a ajudará.
no tratamento com um expecialista terão alguns exercícios, mas não isoladamente do aspecto psicológico.
Sugiro que procure por terapeutas sexuais para te ajudar.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Dr.Claudecy de Souza, sou casado a 8 meses, amo minha esposa,mas, até o presente momento não tivemos uma relação sexual com mais intimidade, ela sente desejo por mim, chega ao orgasmo normal. Mas, desde quando casamos ela não se permitiu haver penetração(penis/vagina), estou ficando saturado disso,eu a amo mais sinto que não vou suportar isso por muito tempo, não tem como. Já a convidei para procuramos um psicologo,terapeuta, mas ela se recusa a ir, diz que tem vergonha.O que eu de vo fazer para resolver sse problema?
Beto, 29 anos.
Resposta:

Olá Beto.
Penso que essa situação é no mínimo desagradável, não é? Afinal, não poder desfrutar da sexualidade de modo gostoso e saudável, é muito ruim.
É bom observar que possivelmente outros aspectos na vida dela também estão
precisando de atenção, de modo que a sexualidade é que está denunciando que ela, como um todo pode estar precisando de ajuda.
É importante que vocês procurem ajuda, e já é o que está fazendo me enviando essa mensagem. Porém sugiro que vocês procurem um terapeuta sexual, para juntos, resolverem essas questões.
Viver numa relação como essa fica muito difícil pensar que seja saudável, pois dessa maneira você e ela não se sentem realizados sexualmente e, se assim continuar, provavelmente você não irá suportar, como você mesmo já está sinalizando.
O seu comportamento de ajudá-la a ter orgasmos bem como sua compreenção, acabam alimentando o comportamento dela de se manter como está, que bem ou mal, está acomodada. Porém não te faz bem.
Será necessário que você mude seu comportamento, pois o argumento dela de dizer que sente vergonha e por isso não procura um profissional, só alimenta esse sintoma, e isso desencadeia a sua insatisfação.
Uma ação sua mais enérgica no sentido dela procurar ajuda, pode contribuir muito para o crescimento de cada um e da própria relação.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Doutor Claudecy, sou casada há dois anos e 3 meses e até hoje continuo virgem. Já tentei vááárias vezes fazer uma relação completa com meu marido, mas na hora da penetração, não acontece, mas não acontece de jeito nenhum. Trava tudo lá em baixo e ele não consegue realizar a penetração. Sei que tenho vaginismo e de acordo com minha ginecologista não tenho problemas físicos, ela diz que sou apta para a relação. Mas tudo contrai contra minha vontade e dói muito quando meu marido tenta penetrar. Já estou numa situação muito crítica. Meu marido está cansando de tentar e tentar e nada. Ele pensa que é só eu relaxar mas eu tento e não dá. Estou me sentindo uma pessoa péssima. Em outras áreas da minha vida como nos estudos sempre fui muito bem, passei em um concurso público concorridíssimo, sou formada em publicidade, sou uma pessoa ágil, habilidosa em várias coisas. Só não gosto do meu trabalho, vou pra lá obrigada todos os dias. Vou só por causa da necessidade do $$. Gosto de trabalhar com outra coisa, só que não posso porque precisaria investir, montar uma estrutura e não tenho capital. Nunca imaginei que quando chegasse a hora do meu casamento ía acontecer isso... E o pior é que quanto mais a gente tenta, parece que trava mais ainda. Eu sempre falo "agora eu vou conseguir, isso está na minha cabeça", mas não consigo. sinceramente não sei porque tenho isso. Eu amo tanto meu marido e não consigo me entregar completamente para ele. Pesquisando sobre o assunto vi que existem exercícios que são feitos com um tipo de penetração com objetos e tal, mas isso poderá ser feito comigo que ainda sou virgem? Não sei mais o que fazer. Será q se eu for à um sexólogo vou conseguir me liberar disso? Um abraço e conto com sua ajuda.
Vivyane, 25 anos.
Resposta:

Olá Vivyane.
Parabéns por estar procurando ajuda.
A questão do vaginismo é muito mais séria e profunda do que se imagina.
De nada adiante pensar que tem que relaxar na hora, se você não sabe como fazer isso. Não adianta seu marido te precionar. Não adianta fazer os exercícios que você leu, pois se for resolvido a origem desse problema, nada se resolverá. Os exercícios são necessários, porém, devem ser orientados pelo profissional que vai sugerir no momento certo, pois não existe uma receita igual para todas as pessoas, que apesar do sintoma ser o mesmo, a origem pode ser outra.
É preciso descobrir a causa de tudo isso. Um sexólo (terapeuta sexual) pode ajudar sim a resolver essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Ola, doutor eu os vários comentários sobre o vaginismo, no entanto, continuo com muitas dúvidas.Primeiro gostaria de saber se o vaginismo é uma impossibilidade fisica de ser penetrada por o pênis ou é algo ligado oa emocional.Pois, eu doutor apesar de ter desejo sexual, ficar lubrificada não consigo ser penetrada e falo isso depois de inumeras tentativas de manter relações sexuais, pois fico apavaorada somente com a ideia de ser penetrada.eu mantive relações sexuias somente uma vez mas foi uma transa imcopleta apesar da paciencia de meu namorado pois como era minha primeira vez sentir um pouco de dor mas depois desse dia nunca mais consegui relaxar e fico apavorada só em pensar em ser penetrada.Por favor me diga é incapacidade fisica ou é um problema ligado ao emocional.Piois,tenho desejo e geralmente esta tudo andando muito bem quando chega a hora da penetração ghego ao absurdo de serra as pernas para que não haja qualquer contato entre o pênis e a vagina.E o pior que geralmente os parceiros que tive pensam qque estou brincando com eles ou mesmo por que ficou fazendo caprichos mas é algo muito triste para quem tem essa dificuldade.Já pensei em procurar um psicologo ou um ginecologista mas tenho muita vergonha. Por favor me ajude. Ogrigada!!!
Elizabeth, 27 anos.
Resposta:

Oi Elizabeth.
No vaginismo não existe nada fisicamente. Porém fatores psicológicos (emocionais) exercem um comando no físico de modo que este reage se fechando. Por isso a impossibilidade de penetração.
É normal que as mulheres com vaginismo tenham desejo, se excitam e fiquem lubrificadas.
Esse comportamento de "serrar" as pernas é uma reação, uma defesa e dessa maneira não vai conseguir mesmo. Com isso fica difícil levar uma relação adiante.
É importante que você procure um psicólogo que seja especialista em sexualidade para resolver sua questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá, foi muito bom encontrar o seu site, meu nome é Denise, tenho 23 anos e sou casada a 4 anos e meio, tenho vaginismo e isso está quase me enlouquecendo. Não sinto mais vontade de viver, visto que esse problema fez com que o meu marido me pedisse um tempo para pensar se quer ou não continuar casado com alguém com este prblema. As vezes penso que não há solução e que eu sou uma extraterrestre, me acho uma pessoa diferente de todos isso mexeu até com a minha personalidade, me tornei uma pessoa fechada, timida e quieta, coisa que antes de saber que eu tinha o vaginismo eu não era. Sabe as pessoas não entedem esse problema e acham que eu estou fazendo corpo mole e que não me esforço e até que já me acostumei com a situação, mas isso não é verdade. Fiz algumas sessões com uma psicológa mas ela não era especialista em terapia sexual e não me ajudou muito, por ultimo eu estav fazendo um tratamento com um ginecologista que em cada sessão introduzia um espéculo na minha vagina para ajudar na contração da minha musculatura vaginal, mas o meu esposo queria ver resultados logo, claro que ela não aguentava mais nossa situação, e ele já não era mais virgem quando casamos somente eu, ai eu não aguentei a pressão e parei o tratamento, agora tenho medo de voltar pois o tratamento era muito sofrido e doloroso eu me sintia constrangida e me sentia muito mais diferenre ainda, as vezes acho que só eu tenho esse problema e as vezes acho que não tem solução. Agora esta muito mais dificil para mim, pois o meu marido disse que só vai reatar o nosso casamento quando eu resolver esta situação ou pelo menos buscar uma solução. Será que posso conseguir, será que há grupos de ajuda para mulheres com esse problema, e será que há muitos terapeutas que atendem esse tipo de problema, preciso de um socorro urgente. Obrigada e desculpe o desabafo!
Denise, 23 anos.
Resposta:

Olá Denise.
É muito triste ouvir histórias como a sua. Com frequência atendo mulheres com essa dificuldade, e todas descrevem como sofrem por não encontrarem um tratamento adequado para essa questão. E ficam tentando, passando por vários profissionais que dizem saber como tratar o vaginismo. É muito ruim os sofrimentos e os relatos das paciente que descrevem como tais profissionais tentaram tratar essa questão.
Os estudos mostram, bem como minha experiência clínica, que as tentativas de relaxar a musculatura vaginal utulizando APENAS dilatadores vaginais (por exemplo pênis de silicone, espéculos), sem entender qual a causa que leva a mulher contrair a musculatura vaginal dessa maneira, de nada vai adiantar.
É preciso entender o que está causando essa dificuldade, para depois passar par a parte física.
Quanto ao seu marido, eu entendo que é uma situação delicada para vocês dois. E pelo tempo que você procura resolver esse problema, quem sabe, pela espectativa dele, você já deveria estar boa. Mas infelizmente as coisas não funcionam assim. Não pode haver pressão, mas sim colaboração.
Eu sugiro que você procure um psicólogo que seja especializado em sexualidade para poder ajudá-la de fato.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá doutor, sou casada há 2 anos, tenho dificuldades na hora da relação, pois meu esposo não consegue fazer a penetração. Só depois de muita paciência e com o pênis já dentro da vagina que finalmente consigo. Minha doutora diz que sofro de vaginismo. O quê devo fazer? Há algum tipo de exercício antes de ter relações que eu possa fazer para amenizar este problema?
Marilia, 22 anos.
Resposta:

Olá Marília.
Penso que essa situação é no mínimo desagradável, não é? Afinal, não poder desfrutar da sexualidade de modo gostoso e saudável, é muito ruim.
É bom observar que possivelmente outros aspectos na sua vida também estão
precisando de atenção, de modo que a sexualidade é que está denunciando que
você, como um todo pode estar precisando de ajuda.
É importante que você procure ajuda, e já é o que está fazendo me enviando
essa mensagem. Porém sugiro que você procure um terapeuta sexual, para juntos, resolverem essas questões.
É necessário mais detalhes para saber se é ou não vaginismo. Um terapeuta sexual poderá fazer isso.
Quanto a exercícios que você pede, não adiantará, pois é necessário saber a origem dessa questão para tratar. Os exercícios serão importantes, mas no momento certo.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Bem, meu nome é Aline e estou casada há 3 anos e 10 meses e sofro de vaginismo. Eu antes não sabia do que se tratava, só tive coragem de procurar um ginecologista com um ano de casada, eu tinha dúvida se eu era virgem ainda. Na minha lua de mel eu não esperava que ia ter este problema , sentir doer, mas não sei se chegou a penetrar totalmente, até porque a inesperiência minha e de meu esposo que também era virgem,nos fez ficar em dúvida, até porque não vi que sangrou. Quando eu a procurei ela não levou muito a sério o que eu estava relatando, ela me examinou e colocou um espectro médio, penetrou mas com muito sacríficio, sentir doer, mas ela disse que se eu fosse virgem o espectro não tinha entrado. Fiquei mais aliviada e esperançosa , ela me passou um gel que amenizava a dor e mandou eu tentar. Não foi tão simples como ela disse e por azar ela não ficou mais atendendo pelo meu plano e tive que procurar outra ginecologista, que quando me examinou disse que eu era virgem ainda e não ia colocar nenhum espectro em mim. Mandou eu procurar um piscológo, neste dia se eu não estivesse com meu esposo eu ia tentar alguma coisa contra a minha própria vida. Uma diz que eu não sou virgem, mas que tenho restos de imem, outra diz que sou completamente virgem. Até exames ginecológicos eu tenho dificuldade de realizar, fiz prevenção ano passado com um espectro de virgem e a doutora muito ignorante por sinal mandou eu procurar um piscológo também. (Têm pessoas que não entedem o que estou passando). Por último procurei pela internet algum terapeuta sexual e só estava localizando em locais longes , como Rio de Janeiro, São Paulo, aqui em Recife é como achar uma agulha num palheiro. Achei uma terapeuta, muito boa, que por sinal foi a única que encontrei, fui apenas há uma consulta, porque é caro e ela me passou um exercício com um pênis de silicone, mas a cada exercício que tento fazer eu começo a chorar, me sinto insignificante e impossibilitada de conseguir a penetração. Só consigo colocar uns 3 a 4 cm. A vontade de ser mãe têm aumentado a cada dia, me acho a mulher mais estranha da face da terra, até porque eu vejo casos de meninas com 14 anos que são até mães! E eu não consigo nem ao menos ter um ato de penetração! Meu problema é a penetração do pênis e a exames ginecológicos, que não consigo fazer. Eu estou lhe escrevendo porque gostei muito do que li em seu site e é bom escultar opiniões de outros profissionais da área. Gostaria de saber se o meu caso têm solução e se existem pessoas com o mesmo tempo de casada que esta passando pela mesma situação. Espero que eu possa ter o prazer de receber o seu email com alguma resposta ou explicação sobre o assunto. Gostaria que o meu nome ficasse em sigilo, tenho muita vergonha desse problema que estou passando.
Aline, 27 anos.
Resposta:

Olá Aline.
Eu entendo seu sofrimento, sei como você deve se sentir mal não apenas por causa da dor, como também porque está insegura quanto acreditar que seja possível resolver seu problema, já que cada profissional que você consultou deixou você mais confusa.
Quando você fala que “têm que as pessoas não entendem o que você está passando”, sei quão frustrante é para você. Infelizmente poucos profissionais sabem diagnosticar e tratar adequadamente casos como o seu, com isso, muitas pessoas sofrem.
A orientação de que você precisa procurar um especialista, ou seja, um terapeuta sexual, está correta. Será necessário cuidar de você de modo que se compreenda quais aspectos psicológicos estão desencadeando essas dificuldade. Pois é certo que a impossibilidade de vivenciar sua sexualidade de modo saudável, mostra que você, como um todo, está precisando rever questões que estão te atrapalhando.
Quanto ao exercício, de introduzir o pênis de silicone, que está lhe causando muito sofrimento, sugiro que pare, pois antes dessa etapa, existem várias outras atividades que precisam ser trabalhadas antes. Você ainda não está pronta para isso ainda. Tentar fazer isso agora, é o mesmo que passar uma pomada anestésica, como a ginecologista orientou. Além de fazer você sofrer mais, não resolve seu problema.
Você perguntou se existem pessoas com problemas semelhantes ao seu. Sim, existem e há casos em as pessoas levam muito mais anos para procurar ajuda. No meu site, na sessão de perguntas e respostas, você tem a oportunidade de ler isso.
É muito importante que você saiba que seu caso tem solução. Pois trato dessas questões e vejo os resultados. Você só precisa encontrar um profissional preparado para cuidar de você.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Oi, minha primeira relação sexual foi com 21 anos, senti muita dor, mas foi completa. Cheguei a falar com minha ginecologista que disse para não me preocupar. Na segunda vez, não consegui relaxar e não houve penetração. Fiquei muito mal, e passei muito tempo sem querer sexo. Só tive uma relação completa, sem nenhuma dor, uma única vez, com um cara que mal conhecia. Depois disso tive 1 namorado, mas nunca nem tentei sexo com ele. Mas com meu último namorado, que me dava a maior segurança, deixei meu medo de lado, tentamos muitas vezes, mas não conseguíamos. É lógico, o namoro acabou. Daí fui falar com minha ginecologista, perguntei sobre o vaginismo, ela me disse que bastava usar um anestésico local. Tentei e não consegui. Não tenho nenhuma dificuldade no exame ginecológico. Por favor, me dê uma luz!
Silvia, 30 anos.
Resposta:

Olá Silvia.
Eu fico muito decepcionado com tais comentários de alguns profissionais. Isso de passar um anestésico antes da relação, ouço com certa freqüência e fico triste, pois mostra como alguns profissionais não estão preparados para lidar com questões como essas.
Ao pedir para usar um anestésico, o profissional simplesmente ignora todo histórico de vida da pessoa, bem como sua interação social e familiar, que, é onde encontraremos a resposta e solução para questões como essa.
Assim é possível dizer que medicamentos, como um anestésico ou qualquer outro, não terão efeito sobre tais aspectos.
Silvia, será necessário você buscar um terapeuta sexual, que é o especialista em sexualidade, para tratar essa sua queixa. Mas é bom lembrar que esse sintoma que você está apresentando, é uma manifestação que outros aspectos na sua vida estão precisando de atenção, que talvez você não esteja se dando conta disso.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá Dr, Meu nome é Renata e gostaria de compartilhar um problema. Eu estava com dificuldades na penetração e procurei uma ginecologista. Durante a consulta ela não conseguiu introduzir o aparelho em minha vagina. Ela simplismente disse que eu tinha o tal do "vaginismo", me prescreveu uma pomada anestésica e se despediu dando dois tapinhas na minhas costas e disse: "é muito simples, vai resolver logo". Não muito contente com a explicação fui pesquisar na internet e vi que é um quadro muito complexo e que preciso de um psicólogo ou terapeuta sexual, mas o meu problema é que moro no interior do Mato Grosso e a cidade que moro não tem nenhum profissional desses, e as distâncias são muito longas pra eu fazer terapia em outra cidade. Queria saber se posso confiar nesta pomada, ou se tenho que realmente fazer terapia. se for a segunda opção, tem algum profissional que possa me orientar por e-mail ou por telefone, poderia pagar por depósito bancário, será qua existe alguem que trabalhe assim? Estou perdida precisando de ajuda pra resolver este problema, e tenho pressa.... Agradeço pelo desabafo e aguardo uma luz!!!! Muito obrigada.
Renata, 30 anos.
Resposta:

Olá Renata.
Eu fico muito triste ao saber que alguns “profissionais” agem dessa maneira. Isso mostra desconhecimento e despreparo para atender essa questão.
Se o diagnóstico de vaginismo estiver certo, usar essa pomada anestésica não resolverá seu problema. Além disso, se anestesiou, onde estará se prazer. Esse método além de não ser eficiente, desconsidera o seu prazer. Ou seja, basta penetrar, não importando como, e pronto!
Renata, você fala de uma outra questão importante, que onde você mora não tem profissional especializado para atender essa demanda. Isso é muito ruim. E realmente eu não conheço ninguém para indicar para você. E como a distância é grande, isso dificulta muito.
Você não falou sua idade nem se tem algum relacionamento. Isso é importante.
Normalmente essa dificuldade sexual além de gerar um desconforto muito grande na pessoa, também abala o relacionamento, podendo chegar até mesmo ao rompimento.
Não tem como fazer esse tipo de tratamento por e-mail. O máximo que daria para fazer são algumas orientações. É necessário que o terapeuta sexual conheça você, saiba da sua história de vida.

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br



Claudecy de Souza
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Adorei o site, tenho 20 anos e estou com um problema, já tive dois namorados e com nenhum dois conseguir sentir prazer, com o 1º não tive relção sexual, mas com o 2º e atual, com o qual eu perdi minha virgindade, transo com ele, mas não tenho sinto prazer, dói muito, fui a ginecologista e ela disse que eu tenho "vaginismo" não sei muito bem o que é isso queria mais informações, quero ser uma garota normal que sinta prazer. Por favor preciso da sua ajuda.
Anonimo, 20 anos.
Resposta:

Pelo que você descreve, parece que não é um caso de vaginismo, pois se assim fosse você não conseguiria ser penetrada (dê uma lida sobre vaginismo nos artigos aqui do site). Pode ser um caso de dispareunia (leia também nos artigos do site). No entanto é necessário saber mais detalhes para um diagnóstico adequado.
Seja o que for, é importante que você vá a dois profissionais: em outra ginecologista e ao terapeuta sexual. Se a ginecologista descartar a existência de questões orgânicas, então é preciso ver o aspecto psicológico, que é o que está por trás dessas duas possibilidades (vaginismo ou dispareunia), na qual o tratamento precisará ser de base psicológica.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá doutor! bom gostaria de saber se tem uma possibilidade de tratar o vaginismo sem precisar ir ao médico eu minha namorada estamos com esse problema, mas os pais dela nâo podem saber. E será que podemos ter relações sexuais antes de tratar do vaginismo? Um abraço.
Ricardo, 23 anos.
Resposta:

Olá Ricardo.
Quando a mulher tem vaginismo, ela não consegue ser penetrada, por isso, não é possível ter relação antes de tratar essa questão.
Mas esse diagnóstico é dado por especialistas, terapeuta sexual ou ginecologista. É importante que vocês procurem se informar com esses profissionais para o diagnóstico.
Quanto ao tratamento, não existe tratamento médico, ou seja, não tem medicamentos nem cirurgia para essa questão. A forma de tratar o vaginismo é buscando os aspectos psicológicos envolvidos, e para isso é importante buscar um psicólogo especializado em sexualidade, ou seja, um terapeuta sexual.
Para entender melhor esse tema, vá em saiba mais > vaginismo aqui no site.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Quem sofre de vaginismo, e não quer procurar um psicoterapeuta sexual, o que deve fazer?
Ana, 24 anos.
Resposta:

Oi Ana Paula.
Se for esse o caso, a pessoa continuará sofrendo com esse problema, pois não há outra maneira de tratar se não pelas vias psicológicas.
Exceto alguns raríssimos casos que tem origem orgânica, e que nesse caso é o ginecologista que avaliará. Porém essa é uma questão fundamentalmente psicológica, e á assim que precisará ser tratada.
Mas por que não querer fazer a terapia sexual?

Um abraço
Claudecy de Souza
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A minha primeira relção sexual doeu muito e sangrou tambem, chegou ao ponto que eu pedi para o meu namorado parar mas ele nao o fez. Desse dia em diante todas as minhas relações sexuais são sempre muito doloridas e sexo para mim hoje tem sinonimo de muita dor. Gostaria de saber se isso pode ser vaginismo e o que posso fazer para mudar esse quadro?
Erika, 28 anos.
Resposta:

Olá Erika. Que desagradável essa situação, não é?
Mas esse não é um caso de vaginismo. Pois se fosse, você não conseguiria ser
penetrada.
Será necessário investigar, mas provavelmente seja um caso de dispareunia, ou seja, dor todas as vezes que ocorre a penetração.
É importante saber se existe alguma causa orgânica envolvida, para isso vá ao ginecologista. Caso não haja, é uma questão psicológica, e nesse caso que você procure um terapeuta sexual, que está habilitado para atender essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Sara Simas, 18 anos - Lisboa - Portugal Olá...eu namoro com o meu namorado há uns meses e temos vindo a tentar estabelecer uma relação sexual mas parece-me que a penetração é dificil, parece-me mesmo que não há possibilidade de passagem. Gostaria de saber se o vaginismo é um problema com solução e, caso exista gostaria de saber qual é. Gostava também de perguntar se é normal que sangremos mais do que uma vez durante a tentativa de penetração, se é uma situação grave e se tem solução também. Muito Obrigado pelo esclarecimento de dúvidas. Com os melhores cumprimentos aguardo resposta.
Sara Simas, 18 anos.
Resposta:

Olá Sara como vai?
Todas essas questões têm tratamento, inclusive o vaginismo.
Porém é necessário você procurar um ginecologista para ser ver se existe alguma questão orgânica, e depois um psicoterapeuta sexual para fazer um diagnóstico e assim saber o que está acontecendo, e então poder ajudá-la.
Na maioria das vezes Sara, essas dificuldades sexuais são desencadeadas por
questões emocionais que estão envolvidas. E muitos casos as pessoas se
perguntam: Mas se eu quero tanto uma coisa, por que não consigo? É então que
surge a necessidade de investigar o que está acontecendo.

Um abraço
Claudecy de Souza
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dr por favor me oriente. tenho vaginismo, ja fiz terapia vaginal, mas nao adiantou. esses dias fui ao ginecologista e ele me falou que tenho que fazer uma cirurgia para o aumento da minha vagina. isso existe? mas ele nao quiz me dar o endereço pra eu fazer essa cirurgia. por favor me ajude
Lili, 27 anos.
Resposta:

Olá Lili.
Eu desconheço essa terapia vaginal e o conselho de medicina desaprova a cirurgia para resolver o vaginismo, desde a década de 70.
O que nós especialistas em sexualidade conhecemos é uma psicoterapia focada na sexualidade para resolver o vaginismo.
Sei como sofrem as mulheres que me procuram para resolver essa questão. Muitas falam de técnicas difundidas na internet, de exercícios... mas a questão é outra. A questão do vaginismo está na cabeça. Isso é que precisa ser descoberto, para depois pensamos em exercícios, específicos para cada caso.
Você já procurou um psicólogo especializado em sexualidade?

Um abraço
Claudecy de Souza
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Não sei bem por onde começar. Porem escrevo sem minha noiva saber. Foi "descoberto" que minha noiva se encontra com vaginismo. Ela tem procurado ajuda porem a ajuda encontrada parece que não tem dado importancia a um problema que a tem deixado em um estado depressivo e doente. Uma pessoa que antes era somente risos hoje somente escorrem largrimas e tristesa de seus olhos. Estou tomando a frente para escrever pois a vejo extremamente sem motivação para vida é até buscar tratamento para o seu problema. Vocês fazem esse tipo de tratamento, sabem dizer ou indicar algum instituto ou médico que possa nos ajudar. Outro problema que apareceu com o surgimento do vaginismo é a falta de libido, que antes ela não havia problema algum em relação a isso. Por favor nos ajude... pois isso não tem afetado somente a ela e sim também a mim que a vejo triste e "doente" e nao sei bem o que fazer. Muito obrigado Rodolpho
Rodolpho, 29 anos.
Resposta:

Olá Rodolpho.
Mesmo fazendo isso sem o consentimento dela, eu o parabenizo por procurar ajuda.
As mulheres que apresentam esse problema, de fato, se sentem muito mal, tristes por acharem que são anormais e que nunca resolverão esse problema.
Mas saiba que tem solução sim. Já atendi muitas mulheres com esse quadro e ainda atendo. É possível resolver essa questão, e ela verá que é possível ter uma sexualidade plena e uma vida mais equilibrada. Mas para isso, é preciso que ela procure um psicólogo especializado em sexualidade. Esse profissional estudou e tem condições de ajudar.
Converse com ela. E mais uma vez, parabéns.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy, Tenho 32 anos, sou casada há um ano e estou passando por um momento muito difícil na minha vida, estou fazendo tratamento psicologico para tratar o vaginismo e por enquaNTO não estou tendo nenhum resultado o meu marido quer me deixar e estou ficando desesperada o que posso fazer para acelerar o meu tratamento e obter resultados mais rápidos. Atenciosamente, Fabi
Fabi, 32 anos.
Resposta:

Olá Fabi.
É delicada essa situação...
Eu entendo o seu medo de perder seu parceiro. Apesar de eu não saber da história de vocês, proponho uma reflexão: se no momento em que você está precisando da ajuda dele, ele quer ir embora, valeria a pena investir nessa relação? Ele tem todo direito de não querer. Sei que tem seus sentimentos envolvidos, mas trabalhe essa questão na sua terapia.
A outra questão, quanto a acelerar o tratamento, não é simples assim. Existem dois fatores que contribuem com o andamento do processo psicoterapêutico: a paciente e o psicólogo. Quanto ao segundo, é preciso conhecimento, se especializar no tema para conduzir o caso de modo que os resultados sejam satisfatórios. A primeira parte, no caso você, também é fundamental. É comum encontrarmos pacientes que chegam até os especialistas chorando, dizendo que querem muito resolver o problema, mas, quando começamos a desvendar a estrutura que está por trás do sintoma mantendo-o, a coisa pode mudar. É então que vemos alguns casos em que a pessoa não se comporta de modo condizente com a fala de querer resolver o problema. Em outras palavras, ocorre uma auto sabotagem. Não se dedicam como precisariam, não fazem o que pedimos... E em casos assim, o profissional deve alertar a pessoa do que está acontecendo. Isso ocorre porque em alguns casos o "ganho" de manter o problema é maior que o "ganho" de resolvê-lo. Pode parecer estranho e confuso, mas esse é um mecanismo muito comum a todos nós, nas mais variadas questões.
Por fim, afirmo que essa pressão que seu marido está fazendo, deixa você mais aflita, angustiada e ansiosa, e todos esses sentimentos contribuem de modo muito negativo no seu processo para resolver essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Olá, Dr. Claudecy Meu nome é Rachel, tenho 28 anos, sou casada há 7 anos e descobri que tenho vaginismo há alguns anos (nunca tive penetração durante uma relação sexual). Mesmo sem tratamento psicoterápico, tentei sanar minha disfunção sozinha, apenas com ajuda de leituras de livros e de fontes da internet sobre o assunto. Obtive sim algum sucesso, consegui a penetração total de um plug anal (cerca de 3,5cm de circunferência), fazendo exercícios de dessensibilização quase todos os dias num período de apenas 1 mês. No entanto, isso foi há praticamente 1 ano e nesse período parei totalmente com os exercícios (se perguntar por que, sinceramente, não vou saber responder). Estou pretendendo voltar, mas ultimamente uma questão tem mexido muito comigo: gravidez. Mas não porque quero engravidar, mas porque tenho pânico só de pensar, não quero engravidar nem agora e, digo com 99,99% de certeza, nem nunca. Filhos simplesmente não estão entre minhas escolhas pessoais nem nas do meu marido, estão totalmente fora de cogitação. Acredito que esse meu medo de engravidar esteja diretamente relacionado com o vaginismo, pois ao manter relações sexuais corro o risco de engravidar, mesmo que esse risco seja mínimo, pois tomo pílula. Tenho receio de conseguir obter sucesso na dessensibilização e chegar na hora de me relacionar sexualmente com meu marido, não conseguir justamente pelo medo da gravidez. O senhor acha que uma laqueadura no meu caso é justificável? Simplesmente não quero filhos, Dr Claudey, e venho sofrendo mto com essa questão, pois mtos "amigos" e a família do meu marido nos cobram de uma maneira inconveniente, pra falar a verdade já estou farta dessa situação e se eu for cobrada mais uma vez (são algumas pessoas que SEMPRE me perturbam, mais a mim, como se eu fosse a responsável) vou acabar jogando na cara a verdade e parar de ficar enrolando com respostas evasivas. Muito obrigada por disponibilizar esse espaço. Att Rachel
Rachel, 28 anos.
Resposta:

Olá Rachel.
Eu entendo que essa é uma situação delicada e ao mesmo tempo perturbadora, ainda mais com as perguntas sobre filhos que as pessoas fazem.
Se por um lado a internet ajuda muito, pois possibilita a veiculação de muitas informações importantes, por outro, pode atrapalhar por ser um espaço livre onde cada um escreve o que quer. Isso pode ser muito perigoso, pois no caso do vaginismo, recebo muitas questões de pessoas que leram na internet sobre isso e aquilo para resolver o problema do vaginismo. Muitas têm fundamento, mas a maioria foca nos exercícios para a dilatação. Os exercícios são parte do tratamento, mas existe uma complexidade a ser considerada nos exercícios, devido as variáveis de cada um, que só um profissional para analisar o caso e então orientar.
O foco principal deve estar na origem do problema ou o que está fazendo a manutenção dele. Negligenciar a origem do problema, seria é apenas maquiar a situação. Não vai resolver. O tratamento dever ser conduzido a parte desse ponto. Os exercícios entrarão lá pra frente.
No seu caso, perceba que o fato de engravidar parece ser um fator que a deixa mal. Apesar de não conhecê-la, penso que esse é um ponto a ser investigado numa psicoterapia.
Com frequência recebo casos de mulheres que querem muito engravidar, por não conseguir a penetração, optam em fazer a inseminação artificial. Do pondo de vista psicológico, isso é um crime! Tais mulheres não estão preparadas para serem mães, esses filhos sofrerão por causa desse despreparo, por causa das pendências psicológicas das mães. Resolver essas pendências, ficar o mais próximo do equilíbrio, é a melhor escolha. Encare o vaginismo como um sintoma que está denunciando que algo não está bem. Negligenciar tais sinais é uma forma de manter o problema, e cada um sabe onde mais aperta, onde mais dói, os medos... Algumas mulheres optam por manter o sintoma/problema, pois para essas, enfrentar o que precisa para resolver o problema, pode parecer tão maior que o próprio vaginismo, que muitas preferem fugir, deixar como está. É triste, mas o problema vai continuar.
O mesmo se aplica a sua ideia de fazer laqueadura. “Seria um crime!”.
Você já pensou na possibilidade de deixar que um psicólogo especialista em sexualidade trate de você?

Um abraço
Claudecy de Souza
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Boa tarde... Adorei seu video sobre vaginismo..... realmente é certinho como vc falou... infelizmente estou entre as mulheres q sofrem com este problema, já perdi a conta de qtos ginicologistas, terapeuta sexual enfim vários profissionais e até agora não consegui resolver este tormento. Vc poderia ter um consultorio aqui em Blumenau hehehe eu seria sua primeira paciente 😀 Mas doutor oq eu posso fazer p me curar disso?? Grata por sua atenção!!
Jo, 26 anos.
Resposta:

Olá Jô.
Num primeiro momento eu diria: procure outro terapeuta sexual. O profissional para esse caso é o terapeuta sexual. Mas em muitos casos essa dificuldade em resolver o problema pode estar relacionada a própria paciente, que não faz o que proposto. É comum encontrarmos pacientes que apesar do sofrimento causado por esse problema, preferem mantê-los, pois existem "ganhos" com esse problema. É papel do psicólogo especializado em sexualidade entender quais são esses ganhos e ajudar a pessoa a ver e a mudar essa forma de se relacionar com o meio em que vive. É nessa fase que muitas desistem, pois têm dificuldades de ultrapassar essa barreira.
Do ponto de vida da saúde, desistir definitivamente não é a melhor saída, mas cada uma sabe do seu limite.

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
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www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br



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Boa Noite Claudecy, Tenho 30 anos e descobri que tenho vaginismo há +/- 5 anos. Fiz Psicoterapia durante 2 anos, mas não me curei. Namorei pouco mais de 5 anos e nunca consegui ter uma relação sexual completa. Hoje estou solteira e tenho muito receio de iniciar um relacionamento por conta desse problema. O que eu faço? Obrigada, Luciana.
Luciana, 30 anos.
Resposta:

Oi Luciana.
Imagino o quanto esse problema deve deixar você chateada e perdida.
Se o diagnóstico estiver correto, é preciso se tratar com uma psicoterapia focada na sexualidade, e que cuida dessa área é um psicólogo que seja especialista em sexualidade.
Esse profissional está preparado para entender o que está por trás desse problema e orientá-la sobre o que fazer.
É bom lembrar que esse processo depende das duas partes, do profissional que conduzirá o caso e você. É precisa que tenha confiança no profissional e que siga as orientações dele.
Mas saiba que tem solução seu caso.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Olá , doutor . Minha situação parece com a de muitas descritas . nme sei mais o qquefazer. Depois de procurar um ginecologista , ele prescreveu KY gel , depois de muitas tentativas , ele me avaliou e disse que o hímem ers um tanto espessoe talvez difucultasse .Tenho lubrificação natural, eé muito estranho ,pois num consigo ir adiante Me submeti a pequena cirurgia de retiradado hímem e mesmo assim num consegui. Estou casada há 1 ano e meio e dois de namoro. pessoa que está comigo é muito compreensiva senão nao estaria mais . este assunto já me trouxe tanta angustia e tristezaque nem consigo chorarmais .e pior ele tem um sonho de ter filho , tenho medo que mesmo sem penetração engravide sem que tenha conseguido ir ate o final.Peço encarecidamente que me ilumine.
Dany, 35 anos.
Resposta:

Oi Dany.
Eu entendo o seu sofrimento. Por atender muitos casos de vaginismos, sei como é horrível conviver com esse problema.
Pela falta de conhecimentos de alguns profissionais como ginecologistas e psicólogos, e até mesmo pela escassez de profissionais que atendem essa demanda, muitas mulheres sofrem muito. Muitas vezes sofrem com erros de profissionais que não estão capacitados para atender assunto.
Infelizmente o seu relato parece ser mais um absurdo. Não sei do histórico, mas é intolerável a ideia de fazer uma cirurgia para retirar o hímen como forma de solução do vaginismo. Não existe nenhuma literatura ou pesquisa série que comprove a eficácia desse método. Basta olhar para você como exemplo. Procedimentos assim precisam ser denunciados ao conselho de Medicina.
Quando é feito o correto diagnóstico de vaginismo, o tratamento é psicológico, pois o problema não é orgânico, mas sim psicológico.
É com muita frequência para mulheres com esse problema, que o desejo de ser mãe, ao bater a porta, deixam vocês desesperadas. Mas calma! Eu prefiro ver que esse problema do vaginismo é um sintoma que demonstra que algo não está bem. Observo que enquanto os motivos que causaram o vaginismo não forem resolvidos, essa mulher e provavelmente o marido, não estão preparados para cuidar de uma criança. São fatores psicológicos que necessitam de atenção.
Pela minha experiência no atendimento desse assunto, vejo que uma gravidez após ter resolvido esse problema, que normalmente ocorre, a mulher se sente muito melhor preparada para ter um filho.
Pense com carinho na possibilidade de procurar um psicólogo especializado em sexualidade para tratar essa questão. Você verá como sua vida vai mudar para melhor.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Sou casada a 5 anos tenho um filho de 6 meses apesar disso não consigo ter penetração fui a 3 ginecologistas que falaram que era psicológico mais eu não entendia. Um desses médicos não conseguiu fazer nem o exame de toque procurando uma solução ele disse para mim operar eu fiz o rompimento do himen mais não adiantou. Meu parto foi cesaria senti muita dor para fazer a intravaginal que foi 2 vezes mais não foi por completa o neném ia nascer dia 10/04 mais adiantou para 28/03 tive contração 15 dias mais falei do meu problema ao medico e ele disse que tinha que ser cesaria ele nem fez o exame de toque pois ele falou que não tinha jeito de ser normal. Agora o meu casamento esta por um fio hoje vendo um vídeo seu descobri o vaginismo que não sabia que existia ,não sabia que tinha outras mulheres como eu preciso de ajuda aqui não tem especialista no caso por favor me ajude não sei mais o que fazer agora tenho um filho preciso salvar o meu casamento não aguento mais de angustia e tristeza estou ate estressada por causa disso me ajude. Tive 2 frustrações a operação que não resolveu e a cesaria pois tínhamos expectativas de ser normal para resolver o problema mais não foi possível tinha sido a ultima tentativa mais agora que descobri essa doença vou tentar mais uma vez me ajude por favor. O meu marido é super estressado dizem que é por causa disso mais não tenho certeza pois o casamento dos pais dele de 31 anos acabou por causa do temperamento do pai dele na casa dele o pai dele e os 2 irmãos homens são estressados mais mesmo assim vou tentar.
Lillian Kelly, 24 anos.
Resposta:

Olá Lillian.
Parabéns pela sua perseverança em resolver esse problema.
O seu relato é muito triste, mas infelizmente está longe de ser o único. Muitas mulheres sofrem com esse problema, mas, em função de escassez de profissionais com conhecimento para lidar com esse problema, vocês sofrem muito.
Pelo que você descreve, parece ser um caso de vaginismo sim. Para uma certeza seria necessário uma avaliação com um especialista de psicólogo especializado em sexualidade. Caso se trate mesmo de um diagnóstico de vaginismo, é lamentável o que esse médico fez: tentar resolver esse problema via cirurgia. Isso foi um ato criminoso! A prática de resolver esse problema via cirurgia era praticada nas décadas de 70 e 80, como não solucionada o problema, foi abolida pelo conselho de medicina. Ver que ainda se pratica tal método, é muito triste.
O hímen não tem nada a ver com o problema do vaginismo. O vaginismo é caracterizado pela contração involuntária da musculatura vaginal. É essa contração que impede a penetração. Porém, o que faz essa contração acontecer é psicológico. Esse é o grande problema, as pessoas têm dificuldades de compreender como isso acontece. Existem diversas pessoas colocam materiais na internet sugerindo a solução desse problema com exercícios de introdução de dilatadores vaginais. Isso é pouco eficiente, pois o problema não está na vagina, mas sim na cabeça da pessoa, são questões psicológicas que precisam ser arrumadas. É comum as mulheres relatarem “que parece que tem uma parece que impede a penetração”. A questão que essa “parede”, que são bloqueios, não é na vagina, mas sim na cabeça da pessoa. É por isso que se faz necessário um tratamento com um psicólogo especializado em sexualidade para resolver esse problema, que vai propor alguns exercícios, mas o principal é tratar esses bloqueios psicológicos.
Você deu uma pista no final da sua mensagem, ao falar que seu marido é estressado. Não tenho como falar se é a causa, mas acredito que pode influenciar. Outros fatores que normalmente costumam contribuir para essa dificuldade, são valores que a mulher aprende na família, a relação com os pais, não mulheres que em boa parte das vezes são muito controladoras, portanto inseguras, conceitos equivocados de certo e errado, do que pode ou não...
Lillian, o ideal é que você vá a um psicólogo especializado para cuidar do seu caso, assim você terá melhor condição de compreender de forma mais ampla o que está acontecendo com você e assim resolver esse problema.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Boa tarde doutor, já pratiquei muitas vezes Urofilia, mas tenho um receio muito grande que é o de urinar dentro da vagina da minha companheira. Pode trazer alguma conseqüencia? Um forte abraço!!!!
Fabio, 23 anos.
Resposta:

Olá Fábio. Pensando apenas na sua pergunta, o problema dessa prática está em que se a pessoa estiver com alguma infecção ou algo nessa linha, pode sim causar problemas.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Prezados Dr. Claudecy, Entendo que não há um histório entre eu e o senhor, mas tentarei explicar da melhor maneira. Tenho 50 anos, muito bem de saúde, faço esporte, formação acadêmica em Adm de Empresas, muito viajado, morei fora do país, divorciado, uma filha de 21 anos, tenho uma empresa, trabalho bastante, tenho namorada, e uma vida sexual muito ativa, tive minha primeira realçaõ aos 15 anos de idade, sempre hétero, e é o que gosto (mulheres), não sou do tipo promíscuo. Gosto de relações densas e somente com uma mulher. Bem, o fato é que minha namorada, quase minha mulher, minha esposa (nos amamos profundamente...), e que tem 37 anos, extremamente saudável, jovial, mente aberta, me disse que queria muito ter uma relação anal comigo, ou seja, ela queria introduzir seu dedo no meu anus, e é claro, com carinho, paciência, etc.. O fato é que ela tem prazer assim, e eu nunca tinha tentado nada igual. Bem, já li a respito disso, e me consiero tb um homem esclarecido pra essas coisas, e senti prazer do jeito que ela soube me tocar. Tive ereções como nunca tinha tido... Primeiro, temos um "timing" excelente na cama, nos amamos mesmo, temos relações praticamente diariamente, e nos concentramos em dar e receber prazer. Mas só entre nós mesmo. Não curtimos swing e menage. Contei isso tudo a vcs pra continuar o questionamento que vem agora. Eu sinto tesão em ver minha mulher urinando... fazendo xixi, seja no vaso, ou durante um banho. Isso me faz ter vontade de a possuir ali mesmo, e ela adora que eu a veja assim tb. Também tive uma namorada que se excitava tanto, mas tanto, que ao gozar chegava a "ejacular" fartamente, e eu gostava demais de sentir tudo aquilo. Vou mais além, ambos ficamos muito excitados se urinamos na perna um do outro, com toda nossa intimidade e cumplicidade. Notem, não se trata de ambos ficarmos SOMENTE excitados quando fazemos isso, não bebemos a urina um do outro como já li a respeito, e nos excitamos de outras diversas maneiras, sendo esta apenas uma pequena prática dentro de nosso universo de homem/mulher. As perguntas são: poderíamos ter algum desvio, ou um desvio seria caracterizado por SOMENTE se excitar através desse método?.. essa prática é mais comum do que imaginamos?.. O que vcs poderiam me relatar para que eu saiba um pouco mais sobre o assunto? Essa curiosidade veio beirando os 50 anos...rs.. Não sou do tipo que dá muita atenção ao que os outros dizem, mas a título de uma luz gostaria de uma palavra de um profissional. Sempre fui curioso sobre tudo e o que quero deixar claro é que nos damos muito bem, e só quero continuar a dar e receber muito prazer com minha amada parceira. Agradeço antecipadamente a resposta e aproveito para parabenizá-lo pelo serviço prestado. Um excelente 2008!
Marco, 50 anos.
Resposta:

Olá Marco. Muito obrigado por visitar meu site e parabéns por buscar informações. Feliz 2008 para você também.
Existem inúmeras maneiras para sentir o prazer sexual. Cada pessoa tem uma história, e nessa, cada um aprendeu e desenvolveu os próprios meios para a obtenção do prazer. Falar de certo e errado nesse assunto é muito delicado. Na verdade, uma coisa que atrapalha no assunto sexo, é a maneira como somos educados, ou seja, aquilo que foi ensinado com base em regras carregado de falso moralismo e idéias infundadas.
Quando você falou da prática anal, não há nada de errado nisso, para quem gosta, é mais uma maneira de obtenção de prazer, e isso, não necessariamente está relacionado a homossexualidade, já que a região anal do homem e da mulher são dotados das mesmas condições para sensibilidade.
O prazer quase que indescritível relacionado a urina que vocês sentem, com base no seu relato, parece ser também mais uma maneira de sentir prazer. Outro dado importante é que essa prática não é a única via para o prazer sexual. Do modo como é feito, com ambos desejando, e é feito em comum acordo, respeitando as regras do outro e, como não há a ingestão da urina isso evita possíveis problemas de saúde, tudo indica não haver problemas nessas práticas.

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br



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Ingestao de urina faz mal a saude,acha que e uma fantasia normal.
Orlando, 38 anos.
Resposta:

Orlando. Como vai?
A urina é um líquido que o organismo não aproveitou. Nele pode ter muitos resíduos que o corpo após uma filtragem dispensa. Pode ser que nela contenha algumas substâncias que podem gerar alguns problemas, como uma infecção por exemplo.
É por esse motivo que ingerir a urina pode trazer consequências ruins a saúde.

Um abraço
Claudecy de Souza
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A urofilia é um transtorno? O que desencadeia isso? Meu namorado propôs que praticássemos porém fiquei me sentindo péssima, achei uma agressão, gostaria de explicações.
Patricia, 25 anos.
Resposta:

Oi Patrícia. A urofilia passa a ser um problema como se configura como principal forma de obtenção de prazer e quando a outra pessoa, você nesse caso, não se sente bem com essa prática.
Como você se sentiu agredida com essa proposta, cabe muito diálogo aberto entre vocês sobre essa questão, e verificar se seu marido se sentirá bem se não praticar a urofilia. Caso isso não ocorra, será muito importante que ele procure ajuda de um terapeuta sexual.
Não usamos o termo transtorno para a urofilia. Quando ela é aa única ou principal forma de obtenção do prazer sexula, dizemos que é um desvio (parafilia).
Diversos fatores podem desencadesar a urofilia, em muitos casos a pessoa ao longo de sua vida relacionaou o prazer sexual com a urina em algum período da sua vida.
Casa pessoa que pratica tem o seu fator que contribuiu para desenvolver o prazer sexual pela urina.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá Dr. como vai? Bem, eu não vou tão bem por estar com uma séria dúvida durante muito tempo e sei que ela não é muito comum. Já vi e ouvi falar de urofilia e gostei muito da idéia de praticar com alguma mulher, de forma passiva(recebendo a urina). Li depoimentos e dizem que o prazer é muito grande e o risco é quase nenhum. Gostaria então de saber por um especialista se isso pode causar danos a saúde. Até hoje não tive coragem de expôr isso para alguma companheira e penso então partir para uma GP como iniciativa. Tenho um desejo muito grande por essa modalidade, estou pensando seriamente em executar, só não fiz porque minhas dúvidas são maiores.
Rodrigo, 30 anos.
Resposta:

Olá Rodrigo, como vai?
Essa prática, de fato traz pouco risco para sua saúde, desde que a urina, só toque na pele sem lesão.
Ou seja evite o contado da urina com algum ferimento ou boca.
Porém, é importante observar se essa é a única forma de se excitar, de sentir prazer. Caso seja, procure ajuda.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá Doutor, entrei no site pela primeira vez e quero relatar a minha história. Sou casada a 15 anos, tenho uma vida sexual excelente, meu esposo é maravilhoso e me satisfaz muito e também satisfaço ele pois nossa relação sexual é sem limites, sou muito ciumenta e ele diz que não sente ciúmes de mim, a cerca de 1 ano ele comecou a falar sobre irmos a uma casa de swing para conhecer somente e ver se íamos gostar, pois ele tem fantasia de transar com outra mulher e me ver transando com outro homem, então de tanto falarmos sobre o assunto eu topei ir, chegando lá eu gostei, pois fico a vontade ao lado ele, depois ficamos com um casal e foi somente um pouco e não foi uma relação sexual completa com preliminares e etc...somente penetração e o final. Tenho também fantasia de transar com outro homem e também de ver meu esposo transando com outra mulher. Vamos sair com um casal para swingar e coloquei para eles o que eu não gostaria de fazer, acho que é assim, o que o Sr. acha?..o meu esposo desde o início sempre falou que sexo não tem nada a ver com amor, que ele tem estas fantasias e não queria realizar sozinho e sim que eu estivesse junto, pois amor ele sente por mim e quando estamos juntos na hora do sexo ele sente amor, tesão por mim e por isto é mais intenso e gostoso. Será que realmente não devo me preocupar mesmo? é possivel que ele venha a se envolver emocionalmente com esta mulher, mesmo dizendo que me ama e que entre nós não é só sexo e nosso relacionamento ser prazeroso para ambos?
Priscila, 41 anos.
Resposta:

Olá Priscila.
Muito obrigado por visitar meu site. E que bom você se sentir à vontade para relatar seu caso.
É muito mais comum do que se imagina essa vontade que alguns homens têm de verem sua parceira transando com outro homem ou participando de um swing. Porém, é importante destacar que muitas mulheres também têm essas vontades de transarem com outros homens, juntos ou separados, bem como, de ver o marido com outra mulher. A questão é que por não “pegar bem”, por causa do preconceito, não falam ou não admitem essa vontade. Basta ir a uma casa de swing para ver isso.
Eu penso que o que se deve discutir nessas situações, é o intuito dessa prática; é o que essas pessoas estão buscando.
Na minha prática clínica, eu ouço diversas falas de pessoas que frequentam ou querem frequentar. A fala mais comum é a da realização de fantasias. Inicialmente, a maioria vai para conhecer, realizar uma simples aventura e nada mais. Há os que usam para apimentar a relação, os que querem sair da rotina com o consentimento da outra pessoa. Porém, em alguns casos, essa prática serve para mascarar alguns conflitos da relação. Mas isso apenas prolongará o problema.
Na sua pergunta, percebi que existe uma preocupação quanto à insegurança de que seu marido possa se envolver com outra pessoa. Bom, não é preciso “swingar” para ele ou você se envolverem com alguém. Podemos nos envolver com alguém em qualquer lugar, no trabalho, escola, shopping...
O seu marido falou que ele separa bem amor de sexo. Ele está certo. Amor e sexo são coisas diferentes, mas que podem acorrer juntos. Para algumas mulheres é difícil compreender ou mesmo aceitar que são coisas diferentes e que pode ser feito sexo com prazer, mesmo não amando a pessoa.
Cada casal que tem a intenção de praticar essa forma de sexo precisa fazer uma reflexão quanto ao que estão buscando. Devem também analisar como está a saúde da relação, para depois de aventurarem ou não.
Também percebo que você tem uma forte vontade de realizar sua fantasia, apesar da insegurança. Mas vocês já tiveram uma amostra, e parece que você gostou. Porém, para finalizar, você terá que aprender a lidar com essa insegurança, caso queira levar isso adiante.

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
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