Perguntas e Respostas



Olá Dr, tenho 27 anos, estou namorando e não consigo chegar ao orgasmo e gozar com minha namorada. Fui ao urologista e ele me passou uns exames para fazer. Mas também me disse que achava que meu problema fosse algo psicológico. Pesquisando pela internet vi que tem dois remédios que ajudam a ejacular. Então queria saber. Anejaculação tem cura? Esses remédios funcionam ? Desde já obrigado
Robson, 27 anos.
Resposta:
Oi Robson. A anajaculação, na maioria dos casos, está ligada a fatores emocionais, como a dificuldade de ter contado com as emoções, o sentimento do que está acontecendo no ato, por isso, tentar tratar esses fatores emocionais com medicação, eu tenho dúvidas da eficácia. Pense na possibilidade de conversar com um psicólogo, pois pode te ajudar.

Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
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Sou divorciado, não tenho internet em casa e o meu celular é o mais simples possível, sendo assim meu celular não acessa internet, ou seja é como se estivesse preso em 4 paredes para não navegar em sites proibidos. O problema que enfrento com essa situação é muito forte, sem falar a forte pressão religiosa que a gente enfrenta nessa situação, que muitas vezes se nota até nos comentários, por isso quero que o Senhor me diga: Tem cura? Qual profissional procurar? Por favor me ajude. Obrigado.
Adão Cruz, 63 anos.
Resposta:
Oi Adão. Que bom que vc está procurando ajuda. Essa maneira de tentar resolver, restringindo o acesso, parece que não está dando certo, não é? E não vai dar certo mesmo. Enquanto vc não tratar a origem desse problema, que não necessariamente é de ordem sexual, mas sim, está se manifestando no sexo, o problema vai continuar. Sugiro que vc procure um psicólogo para tentar entender o que está acontecendo e o orientará de forma adequada, baseado no seu contexto. Quanto a sua pergunta, se tem cura, sim, existe tratamento para esse assunto e vc poderá se livrar desse problema.

Claudecy de Souza
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Em 2016 tive uma aventura sexual com um jovem 10 anos mais novo q eu. Saimos algumas vezes eu era louca por ele mas ele meio q me esnobava.
Depous ficamos um tempo sem nos ver ou falar ele casou e hoje ja é pai.
Só que de uns 4 anos pra cá ele sempre me manda msg. Me procura quer sair eu estou meio em choque porque a esposa dele é nova bonita magra e eu sou gorda porém o q vivemos foi muito intenso pelo menos pra mim. Hoje a gente troca mensagens e faz sexo por vídeo mas me sinto mal com isso e só queria entender o porquê dele sempre me procurar não posso contar isso a ninguém pir favor me ajude obrigada
Renata, 40 anos.
Resposta:
Oi Renata. Quando existe a química, a estética pode ter um peso menor. Mas, pelo seu relato, parece que ele quer apenas vivenciar essas aventuras, real ou virtual para seu prazer. E pode ser que não vá além disso por isso, cabe a você não se envolver e/ou mudar essa relação com ele. Isso é difícil, já que proporciona prazer e a vontade é de continuar.

Claudecy de Souza
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Olá Dr, tudo bem? Quando tinha 11 anos eu sofri abuso por um adulto e 3 jovens, respectivamente 15, 16 e 17 anos. Isso durou 3 meses. Bom, o tempo passou e sempre me relacione com mulheres. Porém, as vezes, fantasio relaçoes com outro homem. Nunca saiu da fantasia. Até pq não curto homem mas imagino o ato. Hoje sou casado e minha esposa acabou descobrindo. Agora acha q sou gay. Estou um pouco perdido. Vale ressaltar que tenho tag e depressão. Abs
Guto, 42 anos.
Resposta:
Oi Guto. Vc deve estar bem confuso mesmo. Não é incomum esses tipo de relato, pessoas, homens e mulheres, que sofreram abuso, se excitarem ao lembrar do ocorrido. Mas isso não significa que a pessoa deseja viver aquela situação novamente, mas sim, que naquela situação a pessoa viveu intensas emoções e essas lembranças estão fixadas na memória. É difícil compreender mesmo, afinal como uma coisa \"traumática\" pode ser fonte de excitação? Pois é, mas isso acontece, é coisa do nosso cérebro. A parte boa é que tem como tratar esse assunto, existe a possibilidade de vc viver normalmente sem que esse passado te atrapalhe. Por isso, siga em frente a busca por um profissional que possa cuidar de vc.

Claudecy de Souza
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Tenho desejo de ver minha esposa envolvida sexualmente com outro(s) homens, gostaria de saber a origem psicológica dese meu desejo, além de entender se posso julgar isso com naturalidade para poder propor a ela ou mesmo me tratar diante de uma possível falha de personalidade.
Junior, 30 anos.
Resposta:
Olá Junior.
Eu penso que pode ser muito simplista responder essa questão como é ou não normal. É preciso analisar o contexto para entender o que está por trás dessa vontade.
Muito homens têm essa vontade. Mas é preciso analisar cada caso. Nem todos são apenas uma brincadeira, uma fantasia e nada mais. Muitos escondem questões que precisam de atenção, mas a pessoa não percebe.
Vale a pena conversar com um psicólogo para entender com mais profundidade essa questão.

Claudecy de Souza
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Olá doutor, fiquei fascinada ao ler sobre as suas formações e o fato de infantilismo ser um dos tópicos do assunto sexualidade. Acho difícil encontrar pessoas para falar a respeito. Mesmo com meus antigos psicologos e psiquiatras eu não conseguia tratar do assunto. Existe alguma ligação entre a anorexia e os comportamentos derivados do infantilismo? Sempre tive problemas em relação a alimentação e a pouco vi um vídeo ligando a anorexia ao "querer ser criança", manter um corpo infantil. No mais, sempre me encantou quem me trata como a uma criança, inclusive já tive experiências (não sexuais) com homens que se autodenominavam "daddy" e que incluíam todos os apetrechos infantis. Sinto uma satisfação não sexual na cena toda, mas que desejaria não sentir.
S. B., 26 anos.
Resposta:
Olá S.B.
Que bom que você está buscando ajuda. Não existe uma relação direta entre anorexia e infantilismo. As duas podem estar presentes juntamente, mas uma não é condição para a existência da outra. É como amor e sexo, são duas coisas distintas, que podem ocorrer juntas ou separadas.
Eu reconheço que falar desses assuntos não é uma coisa fácil, principalmente se é conosco. Mas eu alerto para a importância de falar com alguém que seja de sua confiança e melhor ainda se for um psicólogo ou psiquiatra.
É importante também dizer que, em ambos os casos, anorexia e infantilismo, são diagnósticos que mostram que essa pessoa precisa de ajuda, que existem questões que estão precisando de atenção. Em ambos é difícil a aceitação, de que existe um problema presente, pois existem ganhos. Correr atrás de ações que a faz se sentir mais magra, é um ganho. As ações relacionadas ao infantilismo, como essas relações que você citou, são prazerosas. É aí que está o perigo, a pessoa não consegue ver que essas formas de obtenção de prazer acabam alimentando os sintomas e as consequências são tristes, como por exemplo, o não desenvolvimento pessoal, social e profissional. Vale muito a pena procurar ajuda especializada. Desejo que você consiga resolver essas questões.

Claudecy de Souza
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Dr. boa noite! Meu nome é Jessica tenho 26 anos, sou divorciada a 2 anos e namoro a 8 meses... Gosto de sexo violento daquele que puxa cabelo, morde, arranhar e ainda que me machuca na penetração. Nos outros relacionamentos eu já tinha interesse por esse atos mais agora vejo que está aumentando as práticas dolorosas mais prazerosas! Isso pode prejudicar futuramente minha saúde? E o que fazer? Desde já muito grata, bjss..
Jessica, 26 anos.
Resposta:
Oi Jessica.
Eu imagino como essa prática deve te proporcionar muito prazer. E esse é o motivo que faz você se manter e querer cada vez mais.
Sua preocupação se isso pode te prejudicar, sugere uma preocupação com o lado físico. Mas existe o outro lado que também merece atenção, que é o psicológico.
Pensando no físico, você mesma relata preocupação, e não é para menos. Eu não sei exatamente é no seu caso, mas é comum eu ouvir relatos de participantes dessa prática, na qual passaram dos limites e algo mais grave aconteceu. Em função do prazer no momento, perdemos perder a noção dos limites, é aí que consiste o perigo, pois nessas práticas a pessoa quer cada vez mais.
É muito importante analisar cada caso para entender com detalhes o porquê dessa vontade de obtenção do prazer por essa via - o sexo violento. É aqui que entra o lado psicológico. O prazer obtido por essa forma é o resultado, mas é preciso entender o porquê da necessidade de usar essa via para o prazer. Quando é algo restritivo, perigoso, único, é interessante investigar.
Seria muito se você pensasse na possibilidade de permitir que um psicólogo ouvisse você. Assim haveria a possibilidade de uma melhor compreensão e, quem sabe, se necessário ajudá-la.

Claudecy de Souza
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sou casada a 24 anos ,meu marido e um tanto viciado em sexo mais eu não tenho desejo por ele ,na verdade sempre foi assim no começo quando nos conhecemos os dois ainda não tinham tido experiencias sexual então descobrimos juntos mais ele sempre teve mais desejos do que eu e faz uns 5 anos depois que nosso primeiro filho nasceu ficou pior ,pois ele me deixou totalmente de lado como mulher não pude contar com ele para nada na gravides e ate meu filho fazer uns 3 anos ,comecei a me sentir frustrada em relaçâo a muitas coisas pensei ate em separação mais hoje temos ate relação mais meu apetite e muito pequeno faço mpór obrigação e pra piorar um colega de trabalho começou a me assediar e e bem mais novo que eu tem apenas 24 anos e eu estou tendo desejos sexual por esse rapaz ,por favor me ajude não sei o que fazer cedo as investidas do garoto ou continuo na minha vida de sempre ,pois ainda não trai meu marido em nenhum momento o que eu faço?
Adriana de souza, 42 anos.
Resposta:
Oi Adriana.
Essa é uma questão interessante e muito comum. Infelizmente somos condicionados a ficar numa relação mesmo que não estejamos felizes.
Veja que aparentemente você não tem problema com seu desejo, pois está sendo estimulada de tal forma que seu desejo está aí, vivo, pulsando. Penso que seria muito importante investigar o que não está bem no seu casamento, o porquê de você não sentir desejo por ele. Sem a devida atenção a essa área, seu marido continuará fazendo o que não é bom para você e você continuará infeliz e se sem desejo. Caso vocês não consigam fazer isso sozinhos, pense na possibilidade de irem a um psicólogo para ajudar vocês.

Claudecy de Souza
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Olá, doutor. Entrei no seu site a procura de respostas sobre o infantilismo. Tenho 19 anos e tenho um namorado, mas o chamo de daddy quando estamos sozinhos, ele é o meu cuidador. Eu sempre tive esse comportamento infantil, mas não gosto de fraldas ou essas coisas, só me sinto as vezes como uma criança de 5 anos ou como uma adolescente de 12. Gosto de chupar bico e de ser tratada pelo meu daddy como se fosse uma criança mesmo. Me sinto bem quando estou dentro desse comportamento infantil, ele se mistura com o meu comportamento adulto, eu sei as horas em que posso ser criança e as quais tenho que ser adulta. Queria saber se esse comportamento pode ser considerado um problema, ou pode ser um trauma, estou começando a pensar que não sou normal, e isso tem me deixado intrigada. Obrigada pela atenção. Edi
Edi, 19 anos.
Resposta:
Oi Edi.

Que bom que você está procurando ajuda. Parabéns por isso.
Pelo seu relato, você mesma reconhece de que existe algo diferente nessa forma de se comportar e se relacionar. Penso que é importante investigar o que está por trás desse comportamento que a faz se sentir bem assim. Essa forma de se relacionar vai na contramão do desenvolvimento normal, que é tão importante para o nosso crescimento.
Vale muito à pena você ir a um psicólogo para entender o está acontecendo com você.



Claudecy de Souza
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Dr. Eu tenho uma vida sexual muito ativa, sou casada e transo praticamente todos os dias, tenho orgasmos múltiplos, meu marido e bem dotado mais o problema é que mesmo eu gosando muito nunca é suficiente, me masturbo todos os dias, até 2 3 vezes por dia, se eu ficar sozinha fico louca em busca de sites, imagens, videos...adoro mais não sei, isso é normal?
jassica, 34 anos.
Resposta:
Olá Jessica.
Praticar sexo é muito bom e saudável. Porém, é importante observar que o excesso, de qualquer coisa, como comida, compras, atividade física... não é legal e pode sugerir que algo não está bem, e a manifestação pode se dar nesses excessos. Em muitos casos, nós aprendemos a canalizar questões que estão mal resolvidas na nossa vida para essas vias, é aí que acontece o exagero.
Vale muito a pena investigar com mais atenção esse tema, que pelo que você deu a entender, parece haver uma percepção exagero.Ir a um psicólogo pode ser bastante esclarecedor para você.

Claudecy de Souza
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Moro com meu namorado faz 2 anos e 3 meses, nos conhecemos e em um mês já fomos morar juntos. O primeiro dia que nos beijamos foi uma loucura, só não transamos pq não deu, mas depois de uma semana aconteceu e foi maravilhoso. Nesse tempo que estamos juntos aconteceram muitas coisas mas o grande problema é a falta de sexo, já ficamos 3 meses sem fazer. Sou compreensiva, procuro conversar com carinho, mas hoje estourei!! Faz 15 dias que aconteceu a última vez, aí hoje conversamos e ele disse que não quer pq está se sentindo gordo e não está se sentindo bem com seu corpo (engordou 20 quilos). Eu entendo, mas falei que sinto tesão por ele de qualquer jeito, não adiantou, ele não quis mesmo. Falei e penso que o problema sou eu, me sinto feia pq ele não me deseja, não me dá carinho... Não estou trabalhando, me sinto a empregada doméstica dele... Porém ele sempre teve desculpas pra não fazer sexo, tinha medo de eu engravidar mas eu tomo anticoncepcional direitinho, o dia que esqueci um, ficou sem fazer (sua ex engravidou com 3 meses de namoro), estávamos com problemas financeiros não queria, estava preocupado com problemas no trabalho, também não queria... Pedi para ele resolver os problemas dele, ele está fazendo terapia, mas diz que tem vergonha de falar para a psicóloga coisas referentes ao sexo. Não foi no médico p ver o testosterona... Me sinto cada vez mais frustrada, já pensei e penso em acabar com o relacionamento por isso. Não o procuro mais pq ele diz que sou safada demais, que uma semana sem sexo eu brigo!! Não sei o que fazer, pois eu o amo muito e com ele eu faço amor, não acho certo procurar outro p fazer sexo, apesar de às vezes dar vontade... Tenho 37 anos, todos me dão 27 anos e meu corpo está ótimo, mas minha auto estima caindo cada vez mais por não ser desejada pelo meu amor... Ele tem 26 anos. Me enganei com os homens mais novos, apesar que nunca tive problemas com meus exs, eram mais novos e muito fogosos. Preciso de ajuda, não sei mais o que fazer!!
Mulher SP, 37 anos.
Resposta:
Oi Mulher SP.

Imagino que você esteja muito frustrada mesmo. Mas pelo seu breve relato, penso que exista outros fatores que precisam ser levados em consideração. O não querer fazer sexo, é apenas uma forma de mostrar que algo não está bem. A aparência da mulher para o homem, é importante sim, e vejo que você se cuida e é bem conservada, porém, só isso não basta. Alguns valores, comportamentos e conteúdos também contam muito. A fase de início de relacionamento, normalmente é regada com uma grande dose se curiosidade, expectativa e paixão, isso é bom, mas não dura muito, e é importante que seja assim, pois é preciso dar lugar a um sentimento mais sereno e mais profundo. Mas também é nessa virada que enxergamos coisas que pode levar ao desinteresse ou a ter vontade de nos aprofundar mais.
Outra coisa importante para você ver, é o porquê você tem preferências por homens mais novos. ​
Se precisar de ajuda para sair dessa, pode contar comigo.


Claudecy de Souza
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Olá Dr., iniciativa maravilhosa a sua em ajudar as pessoas desta forma(virtual), parabéns. Dr., sou casado há 19 anos, no começo demorei para entender as responsabilidade de uma casamento, pois saia muito, bares, futebol e bebida, isso no 1º ano, enfim, mas nunca trai minha esposa.Hoje ela joga na minha cara esta falta de atenção. Minha esposa ao longo do tempo engordou muito, nossa vida sexual era muito instável, eu não tinha desejos por ela, fui uma pessoa muito negligente com nosso amor, eu sabia que o amor dela por mim era imenso, comecei ter muito problemas profissionais agravaram muito mais a nossa relação, fui me afastando, afastando, me trancando mundo num mundo onde sempre achava que estou atrapalhando as pessoas, virei um cara chato, mas nunca deixe de ama-la. Há seis anos minha esposa fez redução de estomago, ao longo do tempo voltou a ser aquela mulher linda, meu desejo só aumento por ela, em contra partia eu só engordo, meu penis virou um problema porque fica escondido nas banhas, é muito triste isso. Faz algum tempo nós bricamos em sites de relacionamentos, sempre estava junto, mas descobrir que minha esposa estava trocando mensagem fora do site, brigamos varias vezes por esse motivo, cada vez que ela ficava com esses contatos eu me sentia mais lixo. Sei que meu penis não satisfaz a ela, ela nunca disse isso mas eu percebo. Começamos a frequentar sex shop compra brinquedos, enfim ficou bom. Brigamos com frequencia, sempre me xinga de gordo e todos adjetivos. Descobri que novamente ela está de papo com alguém, só que desta vez ela já conheçe a pessoa (trabalho), não consegui ver as conversas mas trocaram fotos mais picantes, quando vi me senti um lixo de pessoa, nem consigo explicar como me sinto, brigamos e conversamos sei que sou o culpado disso tudo, sou completamente desinteressante para ela ou para qualquer outra pessoa. Dr. temos 3 filhos 18, 16 e 13, ela já me mandou embora de casa mas eu não fui logo depois conversamos sobre o caso, ela desconversou mas direcionou a culpa pra mim. Amo demais esta mulher e amo muito meus filhos, já pensei em sucidio varias vezes. Não tenho certeza do que está acontecendo com ela, por varias vezes ela já me humilhou de varias formas, mas sempre disse que nunca me traiu embora sempre diz que eu mereço. São 19 anos de vida juntos, filhos, familias, etc. Não tenho a minima condição de mora sozinho ou voltar para casa dos pais, mas não aguento esta situação, sei que tudo está relacionado comigo eu me anulei para o mundo, sou travado, não tenho amigos (pessoas que possam conversar sobre isso), na verdade hoje mesmo eu e minha esposa falamos disso, eu só ouvi, ela diz pra eu me amar antes de amar alguem. Não quero perde-la muito sair do conviviou diario dos meus filhos, adoslecentes precisam de atenção. Me ajuda pelo Amor de Deus.
André, 42 anos.
Resposta:
Oi André.
Que legal que você está conseguindo ver que a maneira como você se relacionou com sua esposa, filhos e você, não está bem, que de fato precisa de uma reconfiguração. Algumas pessoas conseguem sozinhos fazer essa mudança, outras precisam de ajuda, pois não sabem nem por onde começar.

Sobre seus filhos, entenda que negligenciar atenção, carinho e cuidados, sairá muito caro lá na frente. Mas não veja como não tendo mais como arrumar. Dá sim, só é preciso foco para encontrar o modo mais adequando para isso.

A parte que você fala da relação com sua esposa, é triste, mas é o preço do abandono, o mesmo serve em relação a seus filhos. E outra coisa, quando sua esposa fala que você precisa primeiro se amar, ela está certa.

Seria muito importante você ir atrás de ajuda. Pense na possibilidade de procurar um psicólogo para ajudá-lo, assim, ele entenderá a situação e poderá ajudar mais adequadamente. Saiba que é possível arrumar tudo isso.

Claudecy de Souza
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Ola Doutor! Ultimamente tenho pensado muito em como esta minha voda sexual, tenho 28 anos e meu amrido 29. Estamos casados ha1 dois anos. No namoro o sexo estava presente sempre, sempre mesmo. Após o casamento continuou a mesma coisa. Mas de uns tempos pra cá está bem difícil, ficamos 15 e ate 20 dias sem sexo. Já conversei com ele. E ele questionou que tbm não o procuro. Mas nunca tem tempp, esta sempre dormindo. Ele realmente esta passando por problemas no trabalho, chrga em casa tarde da aula e eu tbm. Nunca arrumamos um tempo sabe. Me sinto muito mal sinto falta de como era antes. E o pior quando acontece geralmente é super rápido por ele estar mto tempo sem. Não sei o que fazer e confesso que estou bem preocupada. Nosso casamento é mto bom. Não brigamos muito fazemos sempre coisas juntos, mas o sexo esta pessimo. O que eu faço?
Nane, 28 anos.
Resposta:
Oi Nane.
Assim como nossa saúde, intelecto, social... precisam de atenção para ficar bem, o casamento e a vida sexual também entram nessa lista. Pelo que você descreve, esse departamento da vida de vocês está sem a devida atenção. Na lista de prioridade, outras coisas estão bem a frente.
Questões comoexcesso de trabalho, preocupações diversas, contribuem muito para roubar a cena do casal.
É possível arrumar isso, mas vocês precisarão conversar sobre o assunto e agir. Se precisarem de ajuda, seria interessante procurar um psicólogo.

Claudecy de Souza
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Estamos juntos a alguns anos e sinto muito prezer quando imagino ele com outra, até que um dia revelei esse desejo e pedi para ele realizar... Mas não consigo me entender, ao mesmo tempo que deliro de prazer com isso, sinto uma enorme tristeza quando o "prazer" desaparece de minha mente, fico cheio de neura achando que se ele topou realizar é porque não me ama, mesmo ele garantindo que ama, enfim é como se eu fosse duas. Me ajude a compreender como isso pode ser normal, na cama quero ele com outra e fora da cama sou ciumenta e fico triste de saber que isso ira acontecer, e pior pq eu quiz !??? me ajude!
Dalia, 30 anos.
Resposta:
Oi Dalia.
Essa vontade é mais comum do que você imagina. Não sesinta mal por isso. No entanto é importante fazer uma separação entre fantasia e a realização da fantasia. Em muitos casos, a realização é uma delícia e não gera mal estar, mas há outras que são interessantes que fiquem só no âmbito da fantasia.
Em alguns casos, Dalia, é bom investigar o porque de algumas fantasias, elas podem ser bem saudáveis, bem como, podem revelar alguma questão conflituosa na pessoa ou na relação do casal.

Outra coisa que deixa muitas mulheres preocupadas, é a associação dessas fantasias com o amor. São coisas diferentes, principalmente para a maioria dos homens, não há essa associação. Por isso, porde ser mais interessante separar essas duas coisas.

Claudecy de Souza
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Meu marido sempre foi louco por sexo, esse nunca foi nosso problema , mas depois q ganhei minha filha, ela tinha 8 meses e eu i procurava e ele sempre cansado, perdia a ereçao qdo transavamos, eu logo pensei q o problema era cmg, tratei de emagrecer qse 10 kg, a me arrumar mais, mas msm assim nada mudou, até o dia q ele resolveu abrir o jogo e falar q não estava conseguindo manter a ereçao. Foi ao médico e constatou q é de fundo psicológico, ele faz terapia c psicóloga, até estava melhorando as coisas, mas agr ele teve uma recaída brusca, eu não qro q ele tome remédio pq sinto q é uma coisa artificial, mas sempre qdo olho o celular dele está cheio de buscas na NET por vídeos porno, ou seja ele não me procura, ou não funciona cmg, mas se masturbar ele faz. Isso anda mexendo mto c meu psicológico,ando mto nervosa, me sinto inferior, humilhada.. Oq eu faço?
Jeniffer, 27 anos.
Resposta:
Oi Jeniffer.
Eu entendo sua tristesa. Acho que vocês começaram bem, conversando e indo a uma profissional. No entanto, com a parada do tratamento, não só não foi resolvido como regrediu.

Quando o assunto é de ordem psicológica, não adianta o uso do medicamento, é prociso tratar a causa. Nesse caso, é interessanteque vocês procurem um um psicólogo especializado em sexualidade. Assim será possível tratar de forma mais profunda e focada essa questão. O fato dele estar interessando em outra fonte de sexo, sugere que desejo ele tem, só é preciso ajudar a cananisar o sexo para a relação. E para isso, é necessário entender o porque isso não está acontecendo.

Vale a pena comentar um pensamento muito comum na pessoas, principalmente em algumas mulheres, de que, basta estar com um corpo legal, ficar bonita e aparecer par ao homem, que tudo estará resolvido, que isso basta para ser irresistível para o homem. Não é bem assim, talvez isso funcione no começo do relacionamento, mas com o tempo, ambos que mais. O que significa que tem muitas outros comportamentos, no dia a dia que passam a ser relevantes, e claro, isso varia de casal para casal. É legal que o casal tenha sintonia no sexo e fora dele também. Muitas vezes, temos valores, auto regras, ou mesmo, não nos abrimos para nos atualizar, levar novidade para o outro, nos tornar uma pessoa mais interessante. Nesse cenário, fica mais difícil querer que o sexo sejá o salvador para pátria. O sexo legal é aquele que começa muito antes da "cama".

Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
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Sou casada a 16 anos, tenho um filho de 6 anos e meu esposo tem 48 anos, estamos passando com dificuldades financeiras e já faz 2 anos que ele não me procura na cama....tento procura - lo é ele sempre arranja uma justificativa...está com sono...finge que está dormindo. ...a última vez que tivemos relação ele não conseguiu chegar aos finalmente e eu fiquei muito brava. ..confesso que meus comportamentos contribuíram para isso...e ele fala pra mim...se o para vc e mais importante que outra coisa....ele não explica porque não me procura....elenco dei depois da gravidez, dei uma relaxada, mas estou retomando minha auto estima....fã o exercício I IOS e já estou fazendo um tratamento para emagrecer. Ele não fala nada, não pergunta nada, conversa comigo normalmente em casa, me trata como uma amiga, não me acaricia, quando eu dou uma Abraço e Beijo ele corresponde mas sexo nunca mais aconteceu. ...confesso que isso me machuca muito saber que não estou despertando interesse nele. ..Não sei mais o que fazer, ele não me dá oportunidade para falar sobre o assunto fica bravo...o que fazer?
cica, 36 anos.
Resposta:
Oi Cica.
Isso é bem desagradável eu entendo.
Eu penso que deixar esse assunto acomodado, não é uma boa. Essa acomodação, alimentada por você, acaba gerando insatisfação, deixando você triste, afetando sua auto estima e o pior, pode escontar algum problema, seja com ele, com você ou com o casal.
Seria muito adequado irem a um psicólogo para entenderem o que está por trás dessa dificuldade.

Claudecy de Souza
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Ola Doutor, vim aqui hoje pedir ajuda, estou com problemas. tenho infantilismo desde pequeno e quero me curar, pois quando era pequeno pedia fraldas aos amigos que tinha irmãos pequenos e depois dizia que era para o meu irmão que eu não tenho.Depois aos nove roubei uma fralda do filho do vizinho e quando fui pegar outra a empregada me viu, depois me dedurou pra mãe dele. Fiquei muito constrangido no momento, não sabia oque fazer. Contei pra minha mãe mas com muita dificuldade(chorando),depois tive varios pesadelos semelhantes ao ocorrido. Mas hoje é diferente pois detestaria ficar de fralda, tenho me masturbado compulsivamente por mulheres vestindo fraldas e tal. Preciso saber se existe tratamento, me ajude por favor!!!
ANONIMO, 13 anos.
Resposta:
Olá.
Imagino que o que era prazeroso passou a ser um problema para você. Na verdade, isso mostra que algo não está bem, e você usa a via fralda/infantilismo como forma vivenciar esse sentimento.
Eu acho bem interessante que você está pedindo ajuda, mas é preciso ir a um psicólogo especializado em sexualidade para ele entender melhor o caso e ajudá-lo. Eu entendo que é um passo difícil. Mas será muito importante para seu desenvolvimento mais saudável.


Claudecy de Souza
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Olá doutor,sou lésbica e tenho uma namorada,porém sinto uma vontade enorme de mamar nos seios de minha namorada mas mamar tipo bebê,ela não tem leite mas mesmo assim sinto vontade,será que isso é loucura? O que devo fazer?
Letícia , 28 anos.
Resposta:
Olá Letícia.
Eu precisaria entender mais o seu caso para poder falar com mais propriedade. No entanto, nesseprimeiro momento, dê uma lida no seu site sobre questões como a sua e veja se você tem alguma identidicação:
http://www.claudecy.com.br/perguntaserespostas.asp?subcategoria=23&subcategoria_sub=26

Claudecy de Souza
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Boa noite. Sou crossdresser há uns 34 anos, dos meus 41. Mas não sabem de mim. Me monto diariamente, mas tenho uma estrutura masculina, apesar de jeito feminino, somente qdo me monto. Tive somente 3 experiências com profissionais do sexo, mas não estou mais suportando e quero me "jogar na pista" e me insinuar, ser paquerada e não estou com coragem. Uma confusão, quero ir a balada vestida, mas n estou me achando. Eu diria que se tivesse uns 20 anos, eu seria um transexual, mas agora não dá mais. Nem virilidade eu tenho mais. Em resumo, minha pergunta é, como quebrar esta parede que não me deixa me soltar a ser a Bruna? Tenho medo de ser ridicularizada. Obrigada.
Bruna Moretti (CD), 41 anos.
Resposta:
Olá Bruna.
Eu te entendo e sei como você deve sofrer. As pessoas que me procuram com essa questão, trazem muito sofrimento e insatisfação consigo e com a vida.
Mas é importante parabenizar você por porcurar ajuda especializada. Assim que você terá como ser entendida, bem como entender o porque você foi por esse caminho.
A ideia de uma psicoterapia para esse caso de crossdresser, não é para te convensar de nada, mas sim, trabalhar as causas do que estão trasendo os sintomas e claro, o sofrimento também.
Eu seu que sua vontade de de sumir, de resolver logo tudo isso. Mas calma, dê a oportunidade de um profissional cuidar de você, assim você verá que nesse processo muitas questões serão trabalhadas e você poderá ter uma qualidade de vida saudável.

Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br
Foram dois anos de muito diálogo franco, aberto e sincero, até que eu e minha esposa tivemos nossa primeira aventura sexual, fazendo troca de casais. Depois, nos 2 anos seguintes, realizamos várias outras aventuras, principalmente sexo a três ( com dotados, que era a fantasia mais desejada dela ). Porém a última de nossas aventuras foi há mais ou menos um ano e meio, por falta de interesse da minha esposa, que por ser muito fechada, apesar da minha iniciativa e disposição ao diálogo, nunca me falou o porque perdeu o interesse nas nossas aventuras. Essa situação (a interrupção de nossas aventuras e a falta de diálogo ) acabou despertando em mim um sentimento de constrangimento quando lembro do quanto expus à minha esposa minhas mais secretas fantasias. Hoje meu desejo ( se eu pudesse voltar no tempo ), era jamais ter revelado minhas fantasias tão abertamente como eu fiz.
Márcio, 47 anos.
Resposta:
Oi Márcio.
Eu entendo. O problema nesses casos é que quando estamos envolvidos por sentimentos como esses, ficamos com a visão muito turva, e só queremos realizar aquela vontade. Em boa parte das vezes não pensando no depois.
Muito casais que trazem esse tema, ao analizarmos, vemos que em boa parte dos casos, a fixação e/ou a realização dessas fantasias, escondem um conflito do casal, que são mascarados com essas aventuras.
Vejo que você está arrependido, e fiquei com a sensação de que sua esposa não estava segura quanto a essa fatasia. Mas agora eu penso que seria importante trabalhar esses sentimentos que não o deixam viver bem.

Claudecy de Souza
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Me chamo Julia, tenho 34 anos e descendência caucasiana. Namoro, há 05 anos, Fabio, de 42 anos, de descendência oriental. Praticamente moramos juntos. Ele me ama muito, é parceiro pra todas as horas, amoroso, carinhoso, responsável, respeitoso, presente, cozinha bem, e tenho certeza que será bom pai, porém, minha vida sexual é absolutamente frustrante. Nos conhecemos num bate-papo pela internet e estamos juntos desde então. Ele fala sobre casar e seu sonho de ter uma filha. Eu também quero ter família. Fato é que quando nos conhecemos, o primeiro beijo foi dado por mim, e ele, desde o começo, nunca teve iniciativa sexual, fui sempre eu quem tomou a frente. Como ele é um homem de muitas qualidades, eu sempre relevei esse nosso problema sexual, mais, esse assunto tem me incomodado tanto a ponto de não ter certeza sobre a continuidade do nosso namoro. Como se não bastasse, ele broxa, e não é pouco. Ele sente prazer. Já conversei sobre isso com ele, perguntei se ele tem interesse sexual por mim, ele diz que sim. E pergunto porque ele não me procura, ele diz ser o jeito dele – eu sou assim – acho que ele não é gay, também acho que não tem outra. Claudecy, gostaria de saber sua opinião. Obrigada.
Julia, 34 anos.
Resposta:
Oi Julia.
Essa resposta dele é interessante - sou assim - Isso é verdade, assim como ele é assim, você e eu sonos de outra forma. A questão complica quando nos relacionamos com outra pessoa e essas diferenças gritam. O que parece ser o seu caso. O que é importa em casos assim é o quanto estamos dispostos a mudar para uma relação mais saudável. Não quando isso não acontece, nós ficamos tristes, mal, frustrados e isso não é nada bom. Vale muito à pena olhar com carinho para sua felicidade.

Claudecy de Souza
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Eu tenho bulímia, sei disso. Mas não queria pedir ajuda para minha família. Faço terapia, mas ñ contei para o psicólogo do meu problema por medo dele contar para minha mãe. Acho que transtornos correm na minha família. E também acho que preciso dos remédios, pois durante uma semana eu tomei Fluoxetina e me senti ótima. O que eu faço? Quero ficar boa, mas sem engordar.
Ana , 17 anos.
Resposta:
Oi Ana.
Que legal que você está pedindo ajuda. Apesar de não nos conhecermos, obrigado pela confiança em compartilhar esse assunto tão íntimo.
Esse é um assunto que dificilmente se consegue resolver sem ajuda de profissionais que entendam do assunto. Você já está fazendo terapia, o que é muito bom. E saiba que nós profissionais somos treinados para conduzir casos assim, difíceis. Você verá que com um voto de confiança esse profissional poderá te ajudar mais ainda.
Em muitos casos como o seu, é comum que haja esse medo dos pais saberem, eu entendo. Mas o que fazer se você precisa deles para algumas ações? Uma coisa que pode ajudar muito, é o psicólogo que está cuidando de você, quando souber do caso, convidar seus pais para um diálogo. Ele saberá como conduzir essa conversa e seu caso. Dessa forma, não tenho dúvidas que você ficará boa logo.

Claudecy de Souza
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Não sou tímido, mas não consigo me socializar com as pessoas, nem mesmo com quem conheço, o pior de tudo é que nem com minha família consigo me interagir, sempre me sinto por fora de tudo, de todos, não me sinto parte de um grupo (Familiar ou amizade), sempre que consigo criar um laço com alguém, as vezes até sem perceber faço algo pra afastar essa pessoa, não sei o que há, isso dificulto até meus relacionamentos com mulheres, não os mantenho por muito tempo. consigo conversar com as pessoas, mas apenas o necessário, e quando falo demais eu gaguejo me sinto forçado, odeio falar, não gosto que encostem em mim, não confio nas pessoas e todo assunto é chato pra mim, pois não tem algo que me agrade no mundo ou chame minha atenção. Obs. outro assunto não relacionado ao primeiro: Também Sou viciado em vestidos e saias, gosto muito é fora do comum pra mim, mas apenas essas duas peças de roupa feminina, tem um nome pra isso? Tinha esquecido dessa outra pergunta. Sempre aconteceu deu mudar de humor repentinamente, no entanto isso vem piorando no meu ponto de vista, por causa de alguns problemas, tem 11 meses e duas semanas que isso mudou, meus sentimentos mudam descontroladamente do nada, as vezes perco a noção do que falo ou faço, apenas sei depois que fiz, falo o que penso sem controle, e eu sempre fui de pensar antes de falar, se me irrito chego ao ponto de agredir alguém que estar por perto, seja ela ou não o motivo da ira, qualquer palavra dita á mim me deixa muito triste e me leva a chorar sem controle, me machuca demais, me deixando bem mais triste ou nervoso, não consigo mais diferenciar certas palavras ou piadas que escuto. Sempre me achei inferior á todos, ao mesmo tempo nunca me deixei afetar por sentimentos de piedade ou coisas do tipo, não me afetava com o que falavam ou pensavam sobre mim, mas isso mudou, a todo momento vejo pessoas falarem de mim, me olharem com o olhar de rejeição, de medo, preconceito isso me irrita. Me isolar mais por um tempo é o resultado que tenho em mente. Tem uma definição pra isso? só quero saber se tem. desde já agradeço! Kesshyo
Kesshyo silva, 29 anos.
Resposta:
OiKesshyo.
Baseado nos relatos das duas questões, imagino que você está sofrendo muito mesmo. E parabéns por estar procurando ajuda.
Pelo que você fala, está difícil o convívio social e até mesmo sozinho. Muitos dos sintomas que escutamos no consultório, estão relacionados a questões mal resolvidas na nossa vida. Quando você fala da mudança de humor repentinamente, que não gosta de ser tocado, que não gosta de falar de você, de não se sentir pertencendo a algum grupo, ou mesmo o seu gosto fora do comum por vestidos e saias, tudo isso, me dá margens para pensar que fazem parte de um conjunto de sintomas que estão mostrando que algumas coisas na sua vida estão fora do lugar e precisando de ajuda, de atenção profissional.
Sei que é muito difícil para você conversar, mas veja, que você só está piorando. Valeria muito que você procurasse um psicólogo para te ajudar. Num processo terapêutico, todas essas questões serão trabalhadas e você como é possível viver de forma mais leve e saudável.

Claudecy de Souza
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Olá Dr, a fantasia do meu marido é fazer um menage masculino, ele até arrumou um amigo que topa e passou meu email, trocamos emails, fiquei super excitada e quando transamos falamos em por em prática e ficamos muito excitados com idéia, tenho vontade, mas não tenho coragem, meu marido foi meu único homem até hj, olho os homens na rua e qdo acho atraente me pergunto se teria coragem e não consigo me imaginar na situação, adoraria realiza-lo, mas tenho medo de travar e não conseguir fazer nada na hora e tbm tenho medo que isso acabe estragando meu casamento, já mostrei pra ele todas as possibilidades que possa dar errado e ele sempre me fala de como seria gostoso, o que eu faço?
anonima, 32 anos.
Resposta:
Oi Anônima.
Pelo seu relato, eu percebi que essa ideia até te excita, mas que você não está preparada para essa aventura. Isso precisa ser respeitado.
EU entendo que seu marido tem uma grande vontade de realizar essa fantasia. Porém, quando envolve outra pessoa, é importante que essa também esteja na mesma sintonia para ser legar para ambos. Quando só um curte, não bom.
Essa é uma questão muito comum no meu consultório. Eu vejo que quando esse tempo da outra pessoa não é respeitado, o resultado acaba não sento interessante. Também percebo o quanto isso pode abalar a relação. Veja, não estou falando que essa prática deve ser abortada, mas sim, que esse tema seja muito discutido entre o casal e que haja uma real vontade de ambos.
Num momento oportuno, valeria à pena seu marido investigar o porquê dessa vontade incontrolável.

Claudecy de Souza
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Doutor, ao contrario das outras pessoas eu nao tenho vaginismo.eu tive vaginismo, durante 6 anos! ao inicio achava que era um problema físico, depois quando soube que nao era fisico cheguei a ficar desiludida porque achava que seria mais facil ser operada para me curar.até que so ha dois anos descobri que nao era a unica pessoa com este problema.e desde aí ainda demorei quase um ano a procurar ajuda.eu percebo muito bem (muito bem mesmo) todas estas pessoas que escrevem para voce e têm medo de procurar um terapeuta sexual...eu cometi esse erro durante muito tempo e arrependi me tanto!porque agora, que estou curada ha 5 meses, sei que nunca teria ultrapassado isto se nao fosse a minha medica! e nao custa nada começar a ir as consultas! Nas sessões de psicologia, só fazemos algo quando estamos preparadas! Queria so deixar a minha força a todas as mulheres que sofrem neste momento com o vaginismo (e dizer a todas elas que existe cura para todas mas temos que procurar ajuda!!) e agradecer a si, doutor, por disponibilizar o seu tempo para ouvir pessoas como eu fui um dia. porque nós nao podemos contar isto à maioria das pessoas que mais amamos, e é preciso desabafar com alguem.em nome de todas nós, obrigada doutor!
Catarina, 22 anos.
Resposta:

Olá Catarina.
Muito obrigado duplamente, pelos elogios ao meu trabalho e por você dar esse depoimento que, sem dúvida, ajudará muitas muheres que estão passando por essa dificuldade.
De fato, essas mulheres sofrem muito, algumas por vários anos, e não é nada fácil conviver com esse problema. Mas é muito importante esse seu depoimento, pois reforça a ideia de que esse problema tem solução.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Dr., eu li todas a peguntas e respostas do site, tendo em vista a imensa vontade de buscar a cura para a minha esposa. Notei que os casos são muito parecidos com o nosso. Ela sente dificuldade para a penetração, chega a travar.. Isso ocorre desde a época de namoro, mas como ela era virgem, pensamos que tudo era questão de tempo. Estamos juntos há 8 anos, entre namoro e casamento, e nada mudou. Eu sou o primeiro parceiro dela, às vezes cheguei a pensar que o "problema" era meu... Mas agora acredito que a causa seja o vaginismo... Ela diz que sempre teve muita dificuldade para se relacionar "emocionalmente" com alguém. O casamento dos pais não foi bem sucedido, já presenciou cenas de sexo forçado entre eles, e isso provavelmente tenha a impressionado. Na adolescencia não tinha namorados e dizia que jamais se casaria. Qdo me conheceu o cenário se modificou, tivemos um envolvimento mágico, nos amamos muito, e após muito sofrimento decidimos, em conjunto, buscar ajuda. Certa vez uma gineco a orientou sobre o vaginismo e sugeriu uma pomada anestésica. Foi muito difícil abrir o coração para a médica, pois a impressão que tínhamos, era de que o caso era muito raro. Infelizmente o problema não foi resolvido. Temos o sonho de ter filhos. Ela já pensou em fazer inseminação artificial, pois não quer assumir essa dificuldade para a família. Ela está com 29 anos de idade, 4 anos de casada, e as pessoas cobram muito a vinda do bebê. Acho que agora, como está mais madura, sente-se confortável para abrir essa questão com um profissional especializado. Eu jamais a abandonarei por conta dessa problemática. Estamos juntos escrevendo essa msg e juntos continuaremos até a solução do caso. Em sua opinião, qual é o melhor caminho a seguir?
Wilson, 30 anos.
Resposta:

Olá Wilson e esposa.
Parabéns pela sua atitude em procurar ajuda especializada e por mostrar interesse em ajudá-la.
De fato, como você já leu, o vaginismos (se for esse o diagnóstico) é terrível para a mulher e para o casal. A sensação de que nunca vai conseguir é muito sofrida.
Infelizmente essas tentativas como a que você citou, de passar anestésico, ou as que você leu aqui no meu site, mostram como tais colegas desconhecem esse problema tanto a causa como o tratamento. Pelos relatos das pessoas que me procuram para tratar esse assunto, eu vejo como essas sugestões (as dos colegas) só causam mais sofrimento, pois além de não resolverem o problema, a sensação de que vão conseguir um dia se torna cada vez mais distante.
Todos esses fatores que você descreveu da vida da sua esposa, de fato podem influenciar no surgimento do vaginismo (desconheço pomada anestésica que resolva esses problemas psicológicos desencadeados pelo meio). Porém, o psicólogo especializado em sexualidade que vocês escolherem para cuidar do caso, precisará analisar tudo isso que você descreveu além de várias outras questões que podem estar relacionadas. Depois de fazer esse mapeamento e a análise, o profissional terá condições de guiá-la por meios que irão resolver essa questão.
Não parem por aqui. Não desistam do sonho de vocês. Sei que é difícil, mas também sei é possível resolver esse problema, pois vivencio isso na minha experiência clínica frequentemente.
Se vocês querem ter uma vida sexual saudável e ter filhos, você podem!

Um abraço
Claudecy de Souza
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Dr. estou desesperada!!!! tenho um relacionamento a três anos e não consigo ter penetração, já fui em vários ginecologistas e sempre tenho a mesma resposta: vc não tem nada, está tudo normal, vc tem que relaxar.... já tentei de tudo, por favor me ajude ...
Monica, 21 anos.
Resposta:

Oi Mônica. Imagino seu sofrimento.
Mas provavelmente você não conseguiu resolver essa questão porque ela não tem origem orgância, por isso os ginecologistas não conseguem resolver essa questão.
Mas é importante que você saiba que seu problema tem solução. Calma!
Com frequência mulheres com essa mesma queixa me procuram, por isso sei como é difícil o que você está vivendo e sentindo.
Procurar um psicólogo especializado em sexualidade vai ajudar a resolver esse problema.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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olá, o q vc me diz a respeito de um relacionamento de 1 ano, q se acabou por conta de um poblema psicológico (vaginismo), eu sabia q teria q fazer o tratamento só q na minha cidade ñ dispõe de profissional especializado no assunto, eu ja tinha conversado com meu namorado a respeito do assunto, e ele ñ aceitava q era um poblema meu ele sempre dizia q era culpa dele,todas as vezes q tentavamos uma penetração ele ficava frustado chegava a chorar, achando q ñ tava me satisfazendo ñ estava me fazendo se sentir mulher, então diante do desespero dele eu propus a usamos um pênis de borracha sabia q poderia ser um paliativo, só q a minha proposta soou p/ ele como se estivesse ferindo os valores dele o consevadorismo, a masculinidade dele, e acabou terminando o namoro por conta disso ele falou q nós temos valores diferentes, o q vc pode me dizer disso tudo? obrigada
Marcia, 31 anos.
Resposta:

Oi Márcia.
Infelizmente existem poucos profissional preparados para atender essa questão.
Tenho a impressão que existe a necessidade de esclarecimentos de algumas questões, que inclusive atrapalhou muito vocês. Mas não dá para fazer isso por um e-mail.
De fato para tratar essa questão é preciso todo um trabalho psicológico, e não é apenas fazendo exercícios de penetração com um pênis artificial que se resolverá esse problema. Dessa maneira a pessoa só tenta tratar o sintoma e não a causa.
Com relação ao seu ex-parceiro, parece que ele também precisa rever alguns conceitos. Essa culpa da qual esse se refere, causando por achar que ele é responsável por isso, provavelmente não tem fundamento, mas como não conheço vocês, não posso afirmar.
Muito provavelmente essa o término da relação não se deu por causa da sua proposta, mas é possível que a sua proposta tenha sido usada por ele como um recurso (argumento) para dizer que para ele essa relação não estava satisfatória.
Márcia, é importante que você saiba que uma relação não se sustenta de forma saudável com um problema desse - vaginismo -, e é normal que a outra pessoa não queira levar a relação adiante, pois não é bom.
Encare isso não como um fracasso, mas sim, como um incentivo para buscar ajuda e resolver esse problema, caso contrário, muito provavelmente você continuará arrumando namorados, se envolvendo e depois sofrendo mais uma vez com o término.
Em que cidade você está? Quem saber eu tenha algum profissional para indicar a você.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Oi Dr.Claudecy, por favor me ajude estou desesperada e muito deprimida. Desde que eu me casei, há 1 ano e 4 meses atrás que estou sofrendo muito por não conseguir concluir o ato sexual(penetração). Pesquisei muito na internet sobre vaginismo e acho que estou sofrendo desse trastorno, embora ainda não procurei um médico por falta de orientação e por não saber onde procurar.Claro que preciso de um diagnóstico certo, para começar a me tratar seja o que for esse mal. Eu sinto muito medo da penetração, e uma ansiedade enorme e o pênis não consegue penetrar é como se não houvesse passagem. Quando conseguimos penetrar um pouco mais que a cabeça do pênis é com muita dor.Preciso de ajuda urgente! Em mais de 1 ano de casada nunca tive uma relação normal com meu marido. Meu marido é maravilhoso,muito compreesivo,mas é tão sem experiêcia no assunto Quanto eu. Por favor me oriente estou morrendo por dentro e tenho medo que meu marido canse disso tudo. Obrigada.
Maria Eduarda, 22 anos.
Resposta:

Maria Eduarda, sem dúvida sei o quanto você está sofrendo e sei também que é real esse medo de perder o marido.
Existem alguns passos para ser seguidos: primeiramente vá ao ginecologista para ver se existe alguma questão orgânica envolvida (apesar de que pela sua descrição, parece que a causa do seu problema não é de fundo orgânico). Caso não seu problema não tenha pedências orgânicas, então procure um terapeuta sexual para ajudá-la a resolver essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá Dr. fiquei casada durante 7 anos e nunca houve penetração nas nossas relações , sempre sentia-me encomodada .O casamento acabou por essas e outras , mas depois de 3 anos fiquei noiva e também não conseguia a penetração .Fiz alguns exercícios com a minha ginecologista , ela usou um aparelho parecido com aquele que faz ultrasson transvaginal , naquela hora tudo bem , parece até que sou normal , mas estou tentando usar um pênis de silicone para fazer os exercícios lubrifico-o c/ KY gel , mas não tenho obtido um bom resultado .Minha excitação é mais do que normal .O QUE DEVO FAZER ? Obrigada
Debora, 31 anos.
Resposta:

Oi Débora.
De fato não vai funcionar utilizando os métodos que você está usando. Pois desse modo você está tratando o sintoma e não a causa. Ou seja, vai continuar.
É preciso tratar da causa, que pela sua descrição tudo indica que se trate de um problema psicológico. Mas será preciso você passar por uma consulta com um psicólogo que seja terapeuta sexual para uma análise adequada do seu problema e assim ajudá-la.
Pela minha experiência nesses casos, sei como esse problema causa sofrimento, rompimento de relacionamentos, conflitos internos. Mas você não precisa continuar sofrendo, pois existe tratamento.
Caso tenha mais alguma dúvida, pode escrever um e-mail ou telefonar para 11 5092-3898.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Doutor, boa noite.. lendo e relendo os casos constantes no site.. me vi em situação muito parecida. Minha namorada e eu nao conseguimos manter uma relação sexual, pois não conseguimos a penetração. Tentamos alguns cremes, cremes com anestésicos, mas não resolveu. Preliminares é o que nao falta e não há cobrança ou falta de desejo. Minha pergunta é a seguinte: além de um terapeuta sexual, li que na maior parte das pacientes, foram utilizados objetos para "acostumar" a vagina. O tratamento seria mais psicologico ou mais físico? Há alguma coisa que possamos fazer para contornar isso? desde já, muito obrigado
Andre, 25 anos.
Resposta:

Oi André.
Se for constatado o diagnóstico de vaginismo, se trata de uma questão 100% psicológica.
Algumas pacientes relatam que tentaram esse método que você está sugerindo, a maioria não consegue, e as poucas que conseguem tem seu problema de volta em pouco tempo.
André, se a causa do problema é psicológico é preciso resolver a questão para solucionar o problema. Métodos alternativos ao que é conhecido dos profissionais da comunidade científica eu desconheço.
Sei que esse problema é sério e o quanto é importante resolvê-lo. O caminho você ja sabe qual é.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Primeiramente gostaria de agradecer em nome de todas as mulheres q sofre de vaginismo por vc Claudecy nos dar esse espaço,onde podemos compartilhar nossas dor. A minha história é bem interessante, eu fui casada durante 3 anos, e durante esse tempo nunca tive uma penetração, a minha ida ao ginecologista era quase semanalmente pois a médica queria me ajudar de alguma forma mas ñ conseguimos, e na minha cidade ñ tinha sequer um profissional especializado nessa área, durante esse tempo contrair HPV, o meu marido havia me traído ñ aguentava mais conviver com a situação,e tb nunca procurou me ajudar ao contrário dizia q eu era doente e perguntou certa vez a médica se ñ existia uma cirurgia p/ rasgar tudo. Bem, nosso relacionamento acabou depois de 3 anos, depois de 1 ano separada encontrei um namorado numa boate, foi uma encontro casual,passando-se 3 dias q eu o tinha conhecido fomos p/ o motel, durante o trajeto até chegar no motel, estava desesperada ñ sabia se contava ou ñ meu problema, estava muito aflita e sabia q a decepção viria. Quando chegamos no quarto quase q contava, mas ele interrompeu com beijos, foi quando ele tirou minha roupa e fez um sexo oral magnifico,tão maravilhoso q relaxei o corpo todo dai quando ele foi penetrar ajeitou minhas pernas, e com a mão bem devagarinho penetrou o pênis, foi tudo maravilhoso fiquei surpreendida com a penetração quase ñ acreditava no q estava acontecendo. Enfim, passamos 2 anos juntos e o sexo foi maravilhoso, mas o relacionamento acabou. Passou-se 1 ano q terminamos o namoro, estou com um novo namorado, esse ja conhecia há anos porém só agora nos apaixonamos,temos uma intimidade maravilhosa conversamos muito antes de ir p/ cama, falamos sobre nossas fantasias, massagens, um monte de coisas rimos muito juntos, fomos comprar óleo de massagem juntos, roupas íntimas etc....só nunca tinha falado p/ ele o q tinha acontecido com o sexo no meu casamento. Bem, com tudo planejado depois de 1 mês juntos e muitos apaixonados fomos p/ o motel e p/ minha maior surpresa foi um desastre, sentir a maior dor e ñ tinha jeito p/ penetrar,até o sexo oral me incomodava, foi quando no outro dia procurei a ginecologista p/ fazer os exames, deu tudo normal, e ja estamos há 7 meses juntos e nada de penetração,sinto tudo o q sentia na época de casada, estou desesperada pq ñ há profissional especializado na cidade em q moro, meu namorado vive pesquisando sobre o assunto, mas ñ há nada q possa nos ajudar, conversamos bastante, ele é muito compreensivo, ja fomos p/ 8 ginecologistas e nenhum pode nos ajudar,sinto q meu namorado está cada vez mais perto de mim, e muito preocupado com tudo isso, estamos sofrendo muito juntos. Por favor, Claudecy q explicação existe p/ isso?
Mariana, 26 anos.
Resposta:

Oi Mariana.
De fato sei que o sofrimento é grande. Também sei que existe uma carência de especialista em muitos lugares.
A explicação para seu problema é que ele não foi de fato resolvido. Apenas foi mascarado.
O vaginismo é 100% de fundo psicológico. Infelizmente algumas pessoas, inclusive profissionais sugerem métotos sem o menor respaldo científico como, cirurgias, anestésicos... Sabemos que nada disso resolverá o problema.
Mariana, sempre estou me atualizando com literaturas científicas e participação em congressos, mas infelizmente não conheço outra maneira de resolver essa questão que não seja por um psicólogo que entenda de fato desse assunto.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Dr. Claudecy, me identifiquei com muitos casos relatados nessas perguntas sobre vaginismo, sou casada a quase 4 anos e até hj tbm ñ consegui ter uma relação completa com penetração, meu casamento está por 1 fio e eu me sinto a pior mulher do mundo! Tenho feito alguns exercícios com bastões com sucesso + quanto tento introduzir o pênis de silicone eu ñ tenho quase nenhum sucesso e muita dor. O problema é que esse tratamento é muito caro e ñ disponho de recursos p/realizá-lo, porém preciso muito de ajuda. Fico ansiosa na espera de uma resposta e confiante de conseguir alguma ajuda, estou precisando muito, ñ sei + o que fazer!
Ripilica, 27 anos.
Resposta:

Olá Ripilica.
Do modo como você está fazendo, de fato não terá sucesso. Muito pelo contrário, só piorará a situação.
Infelizmente são poucos os profissionais preparados para lidarem com essa questão. Mas não há outra saída, é preciso verificar os aspectos psicológicos envolvidos. Por isso, o seu bastãozinho não a ajudará.
no tratamento com um expecialista terão alguns exercícios, mas não isoladamente do aspecto psicológico.
Sugiro que procure por terapeutas sexuais para te ajudar.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Dr.Claudecy de Souza, sou casado a 8 meses, amo minha esposa,mas, até o presente momento não tivemos uma relação sexual com mais intimidade, ela sente desejo por mim, chega ao orgasmo normal. Mas, desde quando casamos ela não se permitiu haver penetração(penis/vagina), estou ficando saturado disso,eu a amo mais sinto que não vou suportar isso por muito tempo, não tem como. Já a convidei para procuramos um psicologo,terapeuta, mas ela se recusa a ir, diz que tem vergonha.O que eu de vo fazer para resolver sse problema?
Beto, 29 anos.
Resposta:

Olá Beto.
Penso que essa situação é no mínimo desagradável, não é? Afinal, não poder desfrutar da sexualidade de modo gostoso e saudável, é muito ruim.
É bom observar que possivelmente outros aspectos na vida dela também estão
precisando de atenção, de modo que a sexualidade é que está denunciando que ela, como um todo pode estar precisando de ajuda.
É importante que vocês procurem ajuda, e já é o que está fazendo me enviando essa mensagem. Porém sugiro que vocês procurem um terapeuta sexual, para juntos, resolverem essas questões.
Viver numa relação como essa fica muito difícil pensar que seja saudável, pois dessa maneira você e ela não se sentem realizados sexualmente e, se assim continuar, provavelmente você não irá suportar, como você mesmo já está sinalizando.
O seu comportamento de ajudá-la a ter orgasmos bem como sua compreenção, acabam alimentando o comportamento dela de se manter como está, que bem ou mal, está acomodada. Porém não te faz bem.
Será necessário que você mude seu comportamento, pois o argumento dela de dizer que sente vergonha e por isso não procura um profissional, só alimenta esse sintoma, e isso desencadeia a sua insatisfação.
Uma ação sua mais enérgica no sentido dela procurar ajuda, pode contribuir muito para o crescimento de cada um e da própria relação.

Um abraço
Claudecy de Souza
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www.claudecy.com.br | contato@claudecy.com.br
Doutor Claudecy, sou casada há dois anos e 3 meses e até hoje continuo virgem. Já tentei vááárias vezes fazer uma relação completa com meu marido, mas na hora da penetração, não acontece, mas não acontece de jeito nenhum. Trava tudo lá em baixo e ele não consegue realizar a penetração. Sei que tenho vaginismo e de acordo com minha ginecologista não tenho problemas físicos, ela diz que sou apta para a relação. Mas tudo contrai contra minha vontade e dói muito quando meu marido tenta penetrar. Já estou numa situação muito crítica. Meu marido está cansando de tentar e tentar e nada. Ele pensa que é só eu relaxar mas eu tento e não dá. Estou me sentindo uma pessoa péssima. Em outras áreas da minha vida como nos estudos sempre fui muito bem, passei em um concurso público concorridíssimo, sou formada em publicidade, sou uma pessoa ágil, habilidosa em várias coisas. Só não gosto do meu trabalho, vou pra lá obrigada todos os dias. Vou só por causa da necessidade do $$. Gosto de trabalhar com outra coisa, só que não posso porque precisaria investir, montar uma estrutura e não tenho capital. Nunca imaginei que quando chegasse a hora do meu casamento ía acontecer isso... E o pior é que quanto mais a gente tenta, parece que trava mais ainda. Eu sempre falo "agora eu vou conseguir, isso está na minha cabeça", mas não consigo. sinceramente não sei porque tenho isso. Eu amo tanto meu marido e não consigo me entregar completamente para ele. Pesquisando sobre o assunto vi que existem exercícios que são feitos com um tipo de penetração com objetos e tal, mas isso poderá ser feito comigo que ainda sou virgem? Não sei mais o que fazer. Será q se eu for à um sexólogo vou conseguir me liberar disso? Um abraço e conto com sua ajuda.
Vivyane, 25 anos.
Resposta:

Olá Vivyane.
Parabéns por estar procurando ajuda.
A questão do vaginismo é muito mais séria e profunda do que se imagina.
De nada adiante pensar que tem que relaxar na hora, se você não sabe como fazer isso. Não adianta seu marido te precionar. Não adianta fazer os exercícios que você leu, pois se for resolvido a origem desse problema, nada se resolverá. Os exercícios são necessários, porém, devem ser orientados pelo profissional que vai sugerir no momento certo, pois não existe uma receita igual para todas as pessoas, que apesar do sintoma ser o mesmo, a origem pode ser outra.
É preciso descobrir a causa de tudo isso. Um sexólo (terapeuta sexual) pode ajudar sim a resolver essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
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Claudecy de Souza
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Ola, doutor eu os vários comentários sobre o vaginismo, no entanto, continuo com muitas dúvidas.Primeiro gostaria de saber se o vaginismo é uma impossibilidade fisica de ser penetrada por o pênis ou é algo ligado oa emocional.Pois, eu doutor apesar de ter desejo sexual, ficar lubrificada não consigo ser penetrada e falo isso depois de inumeras tentativas de manter relações sexuais, pois fico apavaorada somente com a ideia de ser penetrada.eu mantive relações sexuias somente uma vez mas foi uma transa imcopleta apesar da paciencia de meu namorado pois como era minha primeira vez sentir um pouco de dor mas depois desse dia nunca mais consegui relaxar e fico apavorada só em pensar em ser penetrada.Por favor me diga é incapacidade fisica ou é um problema ligado ao emocional.Piois,tenho desejo e geralmente esta tudo andando muito bem quando chega a hora da penetração ghego ao absurdo de serra as pernas para que não haja qualquer contato entre o pênis e a vagina.E o pior que geralmente os parceiros que tive pensam qque estou brincando com eles ou mesmo por que ficou fazendo caprichos mas é algo muito triste para quem tem essa dificuldade.Já pensei em procurar um psicologo ou um ginecologista mas tenho muita vergonha. Por favor me ajude. Ogrigada!!!
Elizabeth, 27 anos.
Resposta:

Oi Elizabeth.
No vaginismo não existe nada fisicamente. Porém fatores psicológicos (emocionais) exercem um comando no físico de modo que este reage se fechando. Por isso a impossibilidade de penetração.
É normal que as mulheres com vaginismo tenham desejo, se excitam e fiquem lubrificadas.
Esse comportamento de "serrar" as pernas é uma reação, uma defesa e dessa maneira não vai conseguir mesmo. Com isso fica difícil levar uma relação adiante.
É importante que você procure um psicólogo que seja especialista em sexualidade para resolver sua questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá, foi muito bom encontrar o seu site, meu nome é Denise, tenho 23 anos e sou casada a 4 anos e meio, tenho vaginismo e isso está quase me enlouquecendo. Não sinto mais vontade de viver, visto que esse problema fez com que o meu marido me pedisse um tempo para pensar se quer ou não continuar casado com alguém com este prblema. As vezes penso que não há solução e que eu sou uma extraterrestre, me acho uma pessoa diferente de todos isso mexeu até com a minha personalidade, me tornei uma pessoa fechada, timida e quieta, coisa que antes de saber que eu tinha o vaginismo eu não era. Sabe as pessoas não entedem esse problema e acham que eu estou fazendo corpo mole e que não me esforço e até que já me acostumei com a situação, mas isso não é verdade. Fiz algumas sessões com uma psicológa mas ela não era especialista em terapia sexual e não me ajudou muito, por ultimo eu estav fazendo um tratamento com um ginecologista que em cada sessão introduzia um espéculo na minha vagina para ajudar na contração da minha musculatura vaginal, mas o meu esposo queria ver resultados logo, claro que ela não aguentava mais nossa situação, e ele já não era mais virgem quando casamos somente eu, ai eu não aguentei a pressão e parei o tratamento, agora tenho medo de voltar pois o tratamento era muito sofrido e doloroso eu me sintia constrangida e me sentia muito mais diferenre ainda, as vezes acho que só eu tenho esse problema e as vezes acho que não tem solução. Agora esta muito mais dificil para mim, pois o meu marido disse que só vai reatar o nosso casamento quando eu resolver esta situação ou pelo menos buscar uma solução. Será que posso conseguir, será que há grupos de ajuda para mulheres com esse problema, e será que há muitos terapeutas que atendem esse tipo de problema, preciso de um socorro urgente. Obrigada e desculpe o desabafo!
Denise, 23 anos.
Resposta:

Olá Denise.
É muito triste ouvir histórias como a sua. Com frequência atendo mulheres com essa dificuldade, e todas descrevem como sofrem por não encontrarem um tratamento adequado para essa questão. E ficam tentando, passando por vários profissionais que dizem saber como tratar o vaginismo. É muito ruim os sofrimentos e os relatos das paciente que descrevem como tais profissionais tentaram tratar essa questão.
Os estudos mostram, bem como minha experiência clínica, que as tentativas de relaxar a musculatura vaginal utulizando APENAS dilatadores vaginais (por exemplo pênis de silicone, espéculos), sem entender qual a causa que leva a mulher contrair a musculatura vaginal dessa maneira, de nada vai adiantar.
É preciso entender o que está causando essa dificuldade, para depois passar par a parte física.
Quanto ao seu marido, eu entendo que é uma situação delicada para vocês dois. E pelo tempo que você procura resolver esse problema, quem sabe, pela espectativa dele, você já deveria estar boa. Mas infelizmente as coisas não funcionam assim. Não pode haver pressão, mas sim colaboração.
Eu sugiro que você procure um psicólogo que seja especializado em sexualidade para poder ajudá-la de fato.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá doutor, sou casada há 2 anos, tenho dificuldades na hora da relação, pois meu esposo não consegue fazer a penetração. Só depois de muita paciência e com o pênis já dentro da vagina que finalmente consigo. Minha doutora diz que sofro de vaginismo. O quê devo fazer? Há algum tipo de exercício antes de ter relações que eu possa fazer para amenizar este problema?
Marilia, 22 anos.
Resposta:

Olá Marília.
Penso que essa situação é no mínimo desagradável, não é? Afinal, não poder desfrutar da sexualidade de modo gostoso e saudável, é muito ruim.
É bom observar que possivelmente outros aspectos na sua vida também estão
precisando de atenção, de modo que a sexualidade é que está denunciando que
você, como um todo pode estar precisando de ajuda.
É importante que você procure ajuda, e já é o que está fazendo me enviando
essa mensagem. Porém sugiro que você procure um terapeuta sexual, para juntos, resolverem essas questões.
É necessário mais detalhes para saber se é ou não vaginismo. Um terapeuta sexual poderá fazer isso.
Quanto a exercícios que você pede, não adiantará, pois é necessário saber a origem dessa questão para tratar. Os exercícios serão importantes, mas no momento certo.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Bem, meu nome é Aline e estou casada há 3 anos e 10 meses e sofro de vaginismo. Eu antes não sabia do que se tratava, só tive coragem de procurar um ginecologista com um ano de casada, eu tinha dúvida se eu era virgem ainda. Na minha lua de mel eu não esperava que ia ter este problema , sentir doer, mas não sei se chegou a penetrar totalmente, até porque a inesperiência minha e de meu esposo que também era virgem,nos fez ficar em dúvida, até porque não vi que sangrou. Quando eu a procurei ela não levou muito a sério o que eu estava relatando, ela me examinou e colocou um espectro médio, penetrou mas com muito sacríficio, sentir doer, mas ela disse que se eu fosse virgem o espectro não tinha entrado. Fiquei mais aliviada e esperançosa , ela me passou um gel que amenizava a dor e mandou eu tentar. Não foi tão simples como ela disse e por azar ela não ficou mais atendendo pelo meu plano e tive que procurar outra ginecologista, que quando me examinou disse que eu era virgem ainda e não ia colocar nenhum espectro em mim. Mandou eu procurar um piscológo, neste dia se eu não estivesse com meu esposo eu ia tentar alguma coisa contra a minha própria vida. Uma diz que eu não sou virgem, mas que tenho restos de imem, outra diz que sou completamente virgem. Até exames ginecológicos eu tenho dificuldade de realizar, fiz prevenção ano passado com um espectro de virgem e a doutora muito ignorante por sinal mandou eu procurar um piscológo também. (Têm pessoas que não entedem o que estou passando). Por último procurei pela internet algum terapeuta sexual e só estava localizando em locais longes , como Rio de Janeiro, São Paulo, aqui em Recife é como achar uma agulha num palheiro. Achei uma terapeuta, muito boa, que por sinal foi a única que encontrei, fui apenas há uma consulta, porque é caro e ela me passou um exercício com um pênis de silicone, mas a cada exercício que tento fazer eu começo a chorar, me sinto insignificante e impossibilitada de conseguir a penetração. Só consigo colocar uns 3 a 4 cm. A vontade de ser mãe têm aumentado a cada dia, me acho a mulher mais estranha da face da terra, até porque eu vejo casos de meninas com 14 anos que são até mães! E eu não consigo nem ao menos ter um ato de penetração! Meu problema é a penetração do pênis e a exames ginecológicos, que não consigo fazer. Eu estou lhe escrevendo porque gostei muito do que li em seu site e é bom escultar opiniões de outros profissionais da área. Gostaria de saber se o meu caso têm solução e se existem pessoas com o mesmo tempo de casada que esta passando pela mesma situação. Espero que eu possa ter o prazer de receber o seu email com alguma resposta ou explicação sobre o assunto. Gostaria que o meu nome ficasse em sigilo, tenho muita vergonha desse problema que estou passando.
Aline, 27 anos.
Resposta:

Olá Aline.
Eu entendo seu sofrimento, sei como você deve se sentir mal não apenas por causa da dor, como também porque está insegura quanto acreditar que seja possível resolver seu problema, já que cada profissional que você consultou deixou você mais confusa.
Quando você fala que “têm que as pessoas não entendem o que você está passando”, sei quão frustrante é para você. Infelizmente poucos profissionais sabem diagnosticar e tratar adequadamente casos como o seu, com isso, muitas pessoas sofrem.
A orientação de que você precisa procurar um especialista, ou seja, um terapeuta sexual, está correta. Será necessário cuidar de você de modo que se compreenda quais aspectos psicológicos estão desencadeando essas dificuldade. Pois é certo que a impossibilidade de vivenciar sua sexualidade de modo saudável, mostra que você, como um todo, está precisando rever questões que estão te atrapalhando.
Quanto ao exercício, de introduzir o pênis de silicone, que está lhe causando muito sofrimento, sugiro que pare, pois antes dessa etapa, existem várias outras atividades que precisam ser trabalhadas antes. Você ainda não está pronta para isso ainda. Tentar fazer isso agora, é o mesmo que passar uma pomada anestésica, como a ginecologista orientou. Além de fazer você sofrer mais, não resolve seu problema.
Você perguntou se existem pessoas com problemas semelhantes ao seu. Sim, existem e há casos em as pessoas levam muito mais anos para procurar ajuda. No meu site, na sessão de perguntas e respostas, você tem a oportunidade de ler isso.
É muito importante que você saiba que seu caso tem solução. Pois trato dessas questões e vejo os resultados. Você só precisa encontrar um profissional preparado para cuidar de você.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy de Souza
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Oi, minha primeira relação sexual foi com 21 anos, senti muita dor, mas foi completa. Cheguei a falar com minha ginecologista que disse para não me preocupar. Na segunda vez, não consegui relaxar e não houve penetração. Fiquei muito mal, e passei muito tempo sem querer sexo. Só tive uma relação completa, sem nenhuma dor, uma única vez, com um cara que mal conhecia. Depois disso tive 1 namorado, mas nunca nem tentei sexo com ele. Mas com meu último namorado, que me dava a maior segurança, deixei meu medo de lado, tentamos muitas vezes, mas não conseguíamos. É lógico, o namoro acabou. Daí fui falar com minha ginecologista, perguntei sobre o vaginismo, ela me disse que bastava usar um anestésico local. Tentei e não consegui. Não tenho nenhuma dificuldade no exame ginecológico. Por favor, me dê uma luz!
Silvia, 30 anos.
Resposta:

Olá Silvia.
Eu fico muito decepcionado com tais comentários de alguns profissionais. Isso de passar um anestésico antes da relação, ouço com certa freqüência e fico triste, pois mostra como alguns profissionais não estão preparados para lidar com questões como essas.
Ao pedir para usar um anestésico, o profissional simplesmente ignora todo histórico de vida da pessoa, bem como sua interação social e familiar, que, é onde encontraremos a resposta e solução para questões como essa.
Assim é possível dizer que medicamentos, como um anestésico ou qualquer outro, não terão efeito sobre tais aspectos.
Silvia, será necessário você buscar um terapeuta sexual, que é o especialista em sexualidade, para tratar essa sua queixa. Mas é bom lembrar que esse sintoma que você está apresentando, é uma manifestação que outros aspectos na sua vida estão precisando de atenção, que talvez você não esteja se dando conta disso.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá Dr, Meu nome é Renata e gostaria de compartilhar um problema. Eu estava com dificuldades na penetração e procurei uma ginecologista. Durante a consulta ela não conseguiu introduzir o aparelho em minha vagina. Ela simplismente disse que eu tinha o tal do "vaginismo", me prescreveu uma pomada anestésica e se despediu dando dois tapinhas na minhas costas e disse: "é muito simples, vai resolver logo". Não muito contente com a explicação fui pesquisar na internet e vi que é um quadro muito complexo e que preciso de um psicólogo ou terapeuta sexual, mas o meu problema é que moro no interior do Mato Grosso e a cidade que moro não tem nenhum profissional desses, e as distâncias são muito longas pra eu fazer terapia em outra cidade. Queria saber se posso confiar nesta pomada, ou se tenho que realmente fazer terapia. se for a segunda opção, tem algum profissional que possa me orientar por e-mail ou por telefone, poderia pagar por depósito bancário, será qua existe alguem que trabalhe assim? Estou perdida precisando de ajuda pra resolver este problema, e tenho pressa.... Agradeço pelo desabafo e aguardo uma luz!!!! Muito obrigada.
Renata, 30 anos.
Resposta:

Olá Renata.
Eu fico muito triste ao saber que alguns “profissionais” agem dessa maneira. Isso mostra desconhecimento e despreparo para atender essa questão.
Se o diagnóstico de vaginismo estiver certo, usar essa pomada anestésica não resolverá seu problema. Além disso, se anestesiou, onde estará se prazer. Esse método além de não ser eficiente, desconsidera o seu prazer. Ou seja, basta penetrar, não importando como, e pronto!
Renata, você fala de uma outra questão importante, que onde você mora não tem profissional especializado para atender essa demanda. Isso é muito ruim. E realmente eu não conheço ninguém para indicar para você. E como a distância é grande, isso dificulta muito.
Você não falou sua idade nem se tem algum relacionamento. Isso é importante.
Normalmente essa dificuldade sexual além de gerar um desconforto muito grande na pessoa, também abala o relacionamento, podendo chegar até mesmo ao rompimento.
Não tem como fazer esse tipo de tratamento por e-mail. O máximo que daria para fazer são algumas orientações. É necessário que o terapeuta sexual conheça você, saiba da sua história de vida.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Adorei o site, tenho 20 anos e estou com um problema, já tive dois namorados e com nenhum dois conseguir sentir prazer, com o 1º não tive relção sexual, mas com o 2º e atual, com o qual eu perdi minha virgindade, transo com ele, mas não tenho sinto prazer, dói muito, fui a ginecologista e ela disse que eu tenho "vaginismo" não sei muito bem o que é isso queria mais informações, quero ser uma garota normal que sinta prazer. Por favor preciso da sua ajuda.
Anonimo, 20 anos.
Resposta:

Pelo que você descreve, parece que não é um caso de vaginismo, pois se assim fosse você não conseguiria ser penetrada (dê uma lida sobre vaginismo nos artigos aqui do site). Pode ser um caso de dispareunia (leia também nos artigos do site). No entanto é necessário saber mais detalhes para um diagnóstico adequado.
Seja o que for, é importante que você vá a dois profissionais: em outra ginecologista e ao terapeuta sexual. Se a ginecologista descartar a existência de questões orgânicas, então é preciso ver o aspecto psicológico, que é o que está por trás dessas duas possibilidades (vaginismo ou dispareunia), na qual o tratamento precisará ser de base psicológica.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá doutor! bom gostaria de saber se tem uma possibilidade de tratar o vaginismo sem precisar ir ao médico eu minha namorada estamos com esse problema, mas os pais dela nâo podem saber. E será que podemos ter relações sexuais antes de tratar do vaginismo? Um abraço.
Ricardo, 23 anos.
Resposta:

Olá Ricardo.
Quando a mulher tem vaginismo, ela não consegue ser penetrada, por isso, não é possível ter relação antes de tratar essa questão.
Mas esse diagnóstico é dado por especialistas, terapeuta sexual ou ginecologista. É importante que vocês procurem se informar com esses profissionais para o diagnóstico.
Quanto ao tratamento, não existe tratamento médico, ou seja, não tem medicamentos nem cirurgia para essa questão. A forma de tratar o vaginismo é buscando os aspectos psicológicos envolvidos, e para isso é importante buscar um psicólogo especializado em sexualidade, ou seja, um terapeuta sexual.
Para entender melhor esse tema, vá em saiba mais > vaginismo aqui no site.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Quem sofre de vaginismo, e não quer procurar um psicoterapeuta sexual, o que deve fazer?
Ana, 24 anos.
Resposta:

Oi Ana Paula.
Se for esse o caso, a pessoa continuará sofrendo com esse problema, pois não há outra maneira de tratar se não pelas vias psicológicas.
Exceto alguns raríssimos casos que tem origem orgânica, e que nesse caso é o ginecologista que avaliará. Porém essa é uma questão fundamentalmente psicológica, e á assim que precisará ser tratada.
Mas por que não querer fazer a terapia sexual?

Um abraço
Claudecy de Souza
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A minha primeira relção sexual doeu muito e sangrou tambem, chegou ao ponto que eu pedi para o meu namorado parar mas ele nao o fez. Desse dia em diante todas as minhas relações sexuais são sempre muito doloridas e sexo para mim hoje tem sinonimo de muita dor. Gostaria de saber se isso pode ser vaginismo e o que posso fazer para mudar esse quadro?
Erika, 28 anos.
Resposta:

Olá Erika. Que desagradável essa situação, não é?
Mas esse não é um caso de vaginismo. Pois se fosse, você não conseguiria ser
penetrada.
Será necessário investigar, mas provavelmente seja um caso de dispareunia, ou seja, dor todas as vezes que ocorre a penetração.
É importante saber se existe alguma causa orgânica envolvida, para isso vá ao ginecologista. Caso não haja, é uma questão psicológica, e nesse caso que você procure um terapeuta sexual, que está habilitado para atender essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Sara Simas, 18 anos - Lisboa - Portugal Olá...eu namoro com o meu namorado há uns meses e temos vindo a tentar estabelecer uma relação sexual mas parece-me que a penetração é dificil, parece-me mesmo que não há possibilidade de passagem. Gostaria de saber se o vaginismo é um problema com solução e, caso exista gostaria de saber qual é. Gostava também de perguntar se é normal que sangremos mais do que uma vez durante a tentativa de penetração, se é uma situação grave e se tem solução também. Muito Obrigado pelo esclarecimento de dúvidas. Com os melhores cumprimentos aguardo resposta.
Sara Simas, 18 anos.
Resposta:

Olá Sara como vai?
Todas essas questões têm tratamento, inclusive o vaginismo.
Porém é necessário você procurar um ginecologista para ser ver se existe alguma questão orgânica, e depois um psicoterapeuta sexual para fazer um diagnóstico e assim saber o que está acontecendo, e então poder ajudá-la.
Na maioria das vezes Sara, essas dificuldades sexuais são desencadeadas por
questões emocionais que estão envolvidas. E muitos casos as pessoas se
perguntam: Mas se eu quero tanto uma coisa, por que não consigo? É então que
surge a necessidade de investigar o que está acontecendo.

Um abraço
Claudecy de Souza
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dr por favor me oriente. tenho vaginismo, ja fiz terapia vaginal, mas nao adiantou. esses dias fui ao ginecologista e ele me falou que tenho que fazer uma cirurgia para o aumento da minha vagina. isso existe? mas ele nao quiz me dar o endereço pra eu fazer essa cirurgia. por favor me ajude
Lili, 27 anos.
Resposta:

Olá Lili.
Eu desconheço essa terapia vaginal e o conselho de medicina desaprova a cirurgia para resolver o vaginismo, desde a década de 70.
O que nós especialistas em sexualidade conhecemos é uma psicoterapia focada na sexualidade para resolver o vaginismo.
Sei como sofrem as mulheres que me procuram para resolver essa questão. Muitas falam de técnicas difundidas na internet, de exercícios... mas a questão é outra. A questão do vaginismo está na cabeça. Isso é que precisa ser descoberto, para depois pensamos em exercícios, específicos para cada caso.
Você já procurou um psicólogo especializado em sexualidade?

Um abraço
Claudecy de Souza
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Não sei bem por onde começar. Porem escrevo sem minha noiva saber. Foi "descoberto" que minha noiva se encontra com vaginismo. Ela tem procurado ajuda porem a ajuda encontrada parece que não tem dado importancia a um problema que a tem deixado em um estado depressivo e doente. Uma pessoa que antes era somente risos hoje somente escorrem largrimas e tristesa de seus olhos. Estou tomando a frente para escrever pois a vejo extremamente sem motivação para vida é até buscar tratamento para o seu problema. Vocês fazem esse tipo de tratamento, sabem dizer ou indicar algum instituto ou médico que possa nos ajudar. Outro problema que apareceu com o surgimento do vaginismo é a falta de libido, que antes ela não havia problema algum em relação a isso. Por favor nos ajude... pois isso não tem afetado somente a ela e sim também a mim que a vejo triste e "doente" e nao sei bem o que fazer. Muito obrigado Rodolpho
Rodolpho, 29 anos.
Resposta:

Olá Rodolpho.
Mesmo fazendo isso sem o consentimento dela, eu o parabenizo por procurar ajuda.
As mulheres que apresentam esse problema, de fato, se sentem muito mal, tristes por acharem que são anormais e que nunca resolverão esse problema.
Mas saiba que tem solução sim. Já atendi muitas mulheres com esse quadro e ainda atendo. É possível resolver essa questão, e ela verá que é possível ter uma sexualidade plena e uma vida mais equilibrada. Mas para isso, é preciso que ela procure um psicólogo especializado em sexualidade. Esse profissional estudou e tem condições de ajudar.
Converse com ela. E mais uma vez, parabéns.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Claudecy, Tenho 32 anos, sou casada há um ano e estou passando por um momento muito difícil na minha vida, estou fazendo tratamento psicologico para tratar o vaginismo e por enquaNTO não estou tendo nenhum resultado o meu marido quer me deixar e estou ficando desesperada o que posso fazer para acelerar o meu tratamento e obter resultados mais rápidos. Atenciosamente, Fabi
Fabi, 32 anos.
Resposta:

Olá Fabi.
É delicada essa situação...
Eu entendo o seu medo de perder seu parceiro. Apesar de eu não saber da história de vocês, proponho uma reflexão: se no momento em que você está precisando da ajuda dele, ele quer ir embora, valeria a pena investir nessa relação? Ele tem todo direito de não querer. Sei que tem seus sentimentos envolvidos, mas trabalhe essa questão na sua terapia.
A outra questão, quanto a acelerar o tratamento, não é simples assim. Existem dois fatores que contribuem com o andamento do processo psicoterapêutico: a paciente e o psicólogo. Quanto ao segundo, é preciso conhecimento, se especializar no tema para conduzir o caso de modo que os resultados sejam satisfatórios. A primeira parte, no caso você, também é fundamental. É comum encontrarmos pacientes que chegam até os especialistas chorando, dizendo que querem muito resolver o problema, mas, quando começamos a desvendar a estrutura que está por trás do sintoma mantendo-o, a coisa pode mudar. É então que vemos alguns casos em que a pessoa não se comporta de modo condizente com a fala de querer resolver o problema. Em outras palavras, ocorre uma auto sabotagem. Não se dedicam como precisariam, não fazem o que pedimos... E em casos assim, o profissional deve alertar a pessoa do que está acontecendo. Isso ocorre porque em alguns casos o "ganho" de manter o problema é maior que o "ganho" de resolvê-lo. Pode parecer estranho e confuso, mas esse é um mecanismo muito comum a todos nós, nas mais variadas questões.
Por fim, afirmo que essa pressão que seu marido está fazendo, deixa você mais aflita, angustiada e ansiosa, e todos esses sentimentos contribuem de modo muito negativo no seu processo para resolver essa questão.

Um abraço
Claudecy de Souza
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Olá, Dr. Claudecy Meu nome é Rachel, tenho 28 anos, sou casada há 7 anos e descobri que tenho vaginismo há alguns anos (nunca tive penetração durante uma relação sexual). Mesmo sem tratamento psicoterápico, tentei sanar minha disfunção sozinha, apenas com ajuda de leituras de livros e de fontes da internet sobre o assunto. Obtive sim algum sucesso, consegui a penetração total de um plug anal (cerca de 3,5cm de circunferência), fazendo exercícios de dessensibilização quase todos os dias num período de apenas 1 mês. No entanto, isso foi há praticamente 1 ano e nesse período parei totalmente com os exercícios (se perguntar por que, sinceramente, não vou saber responder). Estou pretendendo voltar, mas ultimamente uma questão tem mexido muito comigo: gravidez. Mas não porque quero engravidar, mas porque tenho pânico só de pensar, não quero engravidar nem agora e, digo com 99,99% de certeza, nem nunca. Filhos simplesmente não estão entre minhas escolhas pessoais nem nas do meu marido, estão totalmente fora de cogitação. Acredito que esse meu medo de engravidar esteja diretamente relacionado com o vaginismo, pois ao manter relações sexuais corro o risco de engravidar, mesmo que esse risco seja mínimo, pois tomo pílula. Tenho receio de conseguir obter sucesso na dessensibilização e chegar na hora de me relacionar sexualmente com meu marido, não conseguir justamente pelo medo da gravidez. O senhor acha que uma laqueadura no meu caso é justificável? Simplesmente não quero filhos, Dr Claudey, e venho sofrendo mto com essa questão, pois mtos "amigos" e a família do meu marido nos cobram de uma maneira inconveniente, pra falar a verdade já estou farta dessa situação e se eu for cobrada mais uma vez (são algumas pessoas que SEMPRE me perturbam, mais a mim, como se eu fosse a responsável) vou acabar jogando na cara a verdade e parar de ficar enrolando com respostas evasivas. Muito obrigada por disponibilizar esse espaço. Att Rachel
Rachel, 28 anos.
Resposta:

Olá Rachel.
Eu entendo que essa é uma situação delicada e ao mesmo tempo perturbadora, ainda mais com as perguntas sobre filhos que as pessoas fazem.
Se por um lado a internet ajuda muito, pois possibilita a veiculação de muitas informações importantes, por outro, pode atrapalhar por ser um espaço livre onde cada um escreve o que quer. Isso pode ser muito perigoso, pois no caso do vaginismo, recebo muitas questões de pessoas que leram na internet sobre isso e aquilo para resolver o problema do vaginismo. Muitas têm fundamento, mas a maioria foca nos exercícios para a dilatação. Os exercícios são parte do tratamento, mas existe uma complexidade a ser considerada nos exercícios, devido as variáveis de cada um, que só um profissional para analisar o caso e então orientar.
O foco principal deve estar na origem do problema ou o que está fazendo a manutenção dele. Negligenciar a origem do problema, seria é apenas maquiar a situação. Não vai resolver. O tratamento dever ser conduzido a parte desse ponto. Os exercícios entrarão lá pra frente.
No seu caso, perceba que o fato de engravidar parece ser um fator que a deixa mal. Apesar de não conhecê-la, penso que esse é um ponto a ser investigado numa psicoterapia.
Com frequência recebo casos de mulheres que querem muito engravidar, por não conseguir a penetração, optam em fazer a inseminação artificial. Do pondo de vista psicológico, isso é um crime! Tais mulheres não estão preparadas para serem mães, esses filhos sofrerão por causa desse despreparo, por causa das pendências psicológicas das mães. Resolver essas pendências, ficar o mais próximo do equilíbrio, é a melhor escolha. Encare o vaginismo como um sintoma que está denunciando que algo não está bem. Negligenciar tais sinais é uma forma de manter o problema, e cada um sabe onde mais aperta, onde mais dói, os medos... Algumas mulheres optam por manter o sintoma/problema, pois para essas, enfrentar o que precisa para resolver o problema, pode parecer tão maior que o próprio vaginismo, que muitas preferem fugir, deixar como está. É triste, mas o problema vai continuar.
O mesmo se aplica a sua ideia de fazer laqueadura. “Seria um crime!”.
Você já pensou na possibilidade de deixar que um psicólogo especialista em sexualidade trate de você?

Um abraço
Claudecy de Souza
Psicólogo – 06/69861
Terapeuta Sexual
Psicólogo Comportamental Cognitivo
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